Institucional

O Labjor é um centro de referência, no país e na América Latina, para a formação e para os estudos em divulgação científica e cultural. Trabalhando, em suas diversas atividades e programas acadêmicos, com os fenômenos contemporâneos ligados à cultura científica, o Labjor oferece, de forma multidisciplinar, a oportunidade de cursos de pós-graduação e de realização de pesquisas e produtos culturais, que contribuem para a compreensão e entendimento, para a análise e a explicação da dinâmica das relações entre ciência e sociedade que, por sua vez, integram, também dinamicamente, os fatos, eventos e acontecimentos próprios da cultura científica.

Arquivo de notícias




As inscrições para Processo Seletivo 2017/2018 do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural IEL/Labjor foram prorrogadas até 31 de agosto. Podem submeter-se ao processo candidatos graduados em qualquer área de curso superior reconhecido pelo MEC. Criado em 2006, o curso tem nota 5 pela Capes.

Veja neste link o edital completo atualizado.

A seleção tem duas etapas: análise dos documentos por uma comissão de docentes (formulário de inscrição, histórico, currículo e projeto) e prova escrita de inglês e entrevista.

Calendário
Inscrições: de 1 a 31 de agosto
Divulgação das inscrições homologadas: 22 de setembro
Divulgação dos aprovados na 1ª fase: 23 de outubro
2ª fase (prova de inglês e entrevistas): 24 de outubro a 7 de novembro
Divulgação dos aprovados: a partir de 10 de novembro



Entre 23 de setembro e 26 de novembro, Cristiane Delfina Duarte integrará a equipe internacional a bordo do navio Joides Resolution. A navegação será entre a Tasmânia e a costa australiana, e o objetivo é estudar o período Cretáceo e as dinâmicas oceânicas da região.

A expedição faz parte do International Ocean Discovery Program (IODP), uma colaboração de 23 países para pesquisas a bordo de plataformas científicas marítimas, coletando dados de sedimentos e rochas e monitorando os ambientes abaixo do solo oceânico. O programa utiliza três navios de alta tecnologia fornecidos por instituições internacionais e é financiado por cinco agências, incluindo a Capes, no Brasil.

Cristiane Delfina participará da expedição 369 do International Ocean Discovery Program

Os 23 países participantes enviam projetos e cientistas para as expedições, e Cristiane foi a selecionada para a vaga de divulgação científica da expedição 369. Ela cursou mestrado em divulgação científica e cultural pelo Labjor e em prática documental pela Brunel University, financiada pelo programa britânico de bolsas Chevening. No currículo, tem ainda a realização de documentários no Brasil, Inglaterra e Islândia, com participação em festivais nacionais como a mostra VerCiência, e internacionais, como Cannes Short Film Corner. Em Cannes, levou o documentário A mulher original, sobre a arqueóloga Niède Guidon – filme que fez parte do seu projeto de mestrado no Labjor.

“Quando tive conhecimento da expedição IODP 369 Australia Cretaceous Climate and Tectonics fiquei encantada com a possibilidade de me envolver intensamente em um projeto tão grandioso e pôr em prática tudo que venho estudando e trabalhando há anos. Vou imergir (espero que não literalmente) no misterioso e codificado mundo de cientistas do mundo todo, laboratórios e procedimentos que podem trazer respostas sobre o passado, presente e futuro de nosso planeta. Minha experiência acadêmica e profissional no Labjor me formaram para uma oportunidade como essa, e foi com as pessoas que conheci ali, com o que aprendi, e minha dedicação ao mestrado e às oportunidades que tive nas revistas ComCiência e ClimaCom que pude conquistar esse e outros espaços importantes para minha carreira”, diz.

Às vésperas da viagem, Cristiane observa o aumento de prestígio da área de divulgação. “Vem muito trabalho pela frente. A inclusão de uma agente de divulgação científica na expedição é o reconhecimento e que a propagação é realmente importante para se fazer conhecer, entender e valorizar a produção científica. Será uma grande responsabilidade. Existe muito para se dizer sobre uma expedição paleontológica, e com certeza o Brasil vai aproveitar esse conhecimento”, completa.

A equipe de atividades educacionais e de divulgação da expedição fará transmissões ao vivo. Qualquer escola que tenha os equipamentos básicos necessários para a transmissão pode agendar uma interação com os cientistas em alto mar. Basta acessar o link – ao final das orientações em inglês estão as em português.

Acompanhe as atividades da equipe em:

Instagram: @joides_resolution
Facebook: joidesresolution
http://www.joidesresolution.org/



Rodrigo Bastos, pesquisador do Labjor, receberá convidados dia 15 de setembro para lançar seu novo livro O silêncio é música, Clara. A obra sai pela Giz Editorial, e o evento será na livraria Leitura Campinas, Shopping Parque D. Pedro, das 19h às 22h.

A obra traz a história de Clara, cujo pai faleceu. Enquanto ela espera por sua irmã na casa de praia, encontra uma coleção de cartas do pai, destinadas a uma misteriosa amiga, identificada apenas com A. Ela se apaixona pelo conteúdo e decide reescrevê-las. O livro é permeado por histórias que trazem reflexões sobre amor, amizade, política, religião, música, literatura e drogas e, enquanto Clara costura essa colcha de retalhos deixada seu pai, ela e a irmã precisam decidir o que fazer com seu corpo. Cremar? Enterrar ali, ou longe, junto com os avós? Clara vive intensas emoções: a morte do pai, as conversas com a irmã, a leitura das cartas e a sua reelaboração daquelas histórias.

O Silêncio É Música, Clara! 
Rodrigo Bastos
Giz Editorial



Transformações na Terra das Goiabeiras, de Adilson Roberto Gonçalves, é resultado da compilação dos textos publicados na coluna semanal do autor no Jornal Guaypacaré, em Lorena (SP), entre 2009 e 2014.

Gonçalves, que cursa a especialização em jornalismo científico no Labjor, é pesquisador do Instituto de Pesquisa em Bioenergia (IPBEN), da Unesp, e tem vasto currículo acadêmico. Nascido em Pedreira (SP), cursou graduação, mestrado e doutorado em química pela Unicamp. Foi professor da Escola de Engenharia de Lorena/USP, pela qual obteve a livre docência.

O livro aborda temas sobre ciência, tecnologia, meio ambiente e educação. “Crônicas talvez não seja a melhor forma de designar os textos que publiquei por quatro anos e meio no Jornal Guaypacaré. São relatos de fatos, acontecimentos, mas também de opiniões e reflexões. O texto deste livro é referenciado, talvez datado, mas é a reprodução ipsis litteris do que foi publicado à época. A pretensão de publicar não é histórica, mas, sim, de consciência para aplacar a angústia de ver os textos – um volume razoável de palavras – relegados apenas àquele importante jornal local, que já não existe mais”, explica.

A obra pode ser adquirida por R$30 (já incluso o frete). Interessados devem entrar em contato pelo e-mail priadi@uol.com.br



Será lançado no final do mês, dia 30 de agosto de 2017, o livro “Planejamento da Produção de Cana-de-Açúcar no Contexto das Mudanças Climáticas Globais” no Mini-Auditório do Centro Cultural do IEL. Organizado pelos pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Jurandir Zullo Junior, André Tosi Furtado e Claudia Castellanos Pfeiffer, o livro materializa um dos resultados do Projeto Temático Fapesp, com o mesmo nome, realizado no interior do Programa Fapesp de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais.

O livro conta com dois capítulos de pesquisadores do Labjor. Um deles, “Por outros universos sensíveis… vida e tempo proliferam e(m) rasgos”, tem autoria da pesquisadora Susana Dias, coordenadora da Sub-rede Divulgação Científica e Mudanças Climáticas da Rede Clima, e das alunas de pós-graduação Michele Gonçalves, Fernanda Pestana e Tainá Mascarenhas. O outro, “Idealização do website de divulgação científica do Projeto AlcScens”, é assinado pela pesquisadora Vera Regina Toledo Camargo e Marcos Rogério Pereira, e foi desenvolvido a partir da dissertação de mestrado de Pereira.

O projeto envolveu pesquisadores de diversas instituições da Unicamp e de fora dela. Na oportunidade do lançamento do livro, serão discutidos o impacto e a importância de um Programa como este lançado pela Fapesp, em 2008, bem como as principais características e contribuições do projeto temático e do livro lançado pela Editora da Unicamp.

Estarão presentes Reynaldo Victoria, coordenador do Programa na Fapesp, com Eduardo Assad, da Embrapa e Rede CLIMA, e que foi responsável pelo Zoneamento Agrícola de Riscos Climáticos do Ministério da Agricultura, e pesquisadores do projeto queapresentarão as características e contribuições gerais do projeto e do livro. Após esta reflexão e debate, haverá o laçamento do livro com sessão de autógrafos.

Veja detalhes da programação do evento abaixo:

PROGRAMAÇÃO

14h00 – Abertura

14h15 – Palestra de Abertura – Reynaldo Luiz Victoria (Coordenador do Programa Fapesp de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais da Fapesp)

15h00 – Mesa-Redonda  com pesquisadores do projeto

16h15 – Palestra de Encerramento – Eduardo Assad (Embrapa)



Uma mostra física e virtual propõe ao público explorar sensorialmente conceitos básicos e experiências ligadas a fenômenos ópticos instigantes e, ao mesmo tempo, presentes no cotidiano. Criada para despertar o interesse de crianças de 7 a 10 anos, a exposição Jogos de Luz está atraindo e divertindo também o público de mais idade, inclusive os adultos.

Jogos de Luz é uma exposição modular e itinerante, instalada no Museu Dinâmico de Ciências de Campinas, no Parque Taquaral (entrada 6). A exposição é vinculada ao projeto Ciência na rua, e conta com 9 experimentos interativos, criados pelos professores de física José Joaquín Lunazzi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelos professores Alberto e Adriana Tufaile, da Universidade de São Paulo (USP).

Os experimentos que integram a mostra permitem às crianças brincar ou jogar com artefatos programados para trazer à cena a natureza da luz, seu comportamento como raio ou onda e sua ligação com os processos de geração e manutenção da vida.

Segundo a monitora Susana e seus colegas Caio Martins e Fernanda Newman Neves, as atrações que mais encantam são a lâmina quebra cara, que é um dispositivo translúcido que, interposto entre duas crianças, permite a cada uma delas uma visão de seus rostos em posições distintas, meio distorcidas, o caleidoscópio e as atividades na câmara escura. Nesse espaço fechado, o público observa, por exemplo, como a luz afeta a aparência dos objetos, e que não são eles que possuem suas cores, mas que elas surgem a partir da interação com a luz incidente.

O projeto foi idealizado e coordenado pela professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mariluce Moura, que é também pesquisadora colaboradora no Laboratório de Estudos Avançados da Unicamp e foi financiado via parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Instituto TIM e o Labjor. A exposição ficou de outubro a maio no saguão do Planetário e depois do Museu Dinâmico de Ciências segue para Salvador.

Energia

Além da exposição Jogos de Luz, o público que for ao Museu Dinâmico de Ciências nas férias poderá visitar a exposição A energia que move o mundo que apresenta processos básicos de transformação da energia, desde os seus primórdios até as diversas formas de utilização pelo homem contemporâneo, foi essencial para o seu uso. A exposição destaca a relevância do Sol como o grande gerador de energia, energia essa que mantêm a vida no planeta.

Para explicar os conceitos relacionados ao tema, a exposição conta com quatro ambientes temáticos: Energia Natural, Geração de Energia, Energia Elétrica e Vida, onde demonstrações e maquetes apresentam princípios básicos do uso de energia pela humanidade. Essa exposição foi concebida pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, que desde 2015 mantém uma parceria com o Museu Dinâmico de Campinas.

Outra atração é o Planetário que nas férias tem sessões de terça a sexta às 14h30 e 15h30 e aos domingos, às 15h e 16h. As duas exposições ficam abertas de terça a domingo das 14h às 17h.

O Museu Dinâmico de Campinas fica no Parque Taquaral, na Av. Heitor Penteado, entrada 6. Mais Informações: http://planetariocampinas.wixsite.com/planetario



APROVADOS PROCESSO SELETIVO – JORNALISMO CIENTÍFÍCO – X EDIÇÃO

A matrícula será efetuada de 12 a 14 de julho, pessoalmente, no Labjor.

A Especialização em Jornalismo Científico não abre vagas para alunos ouvintes e especiais.

Adilson Roberto Gonçalves
Allison Eduardo da Silva Almeida
Ana Paula Palazi
André Luis Gobi
Beatriz Maia Guimarães da Silva
Bruno de Souza Moraes
Camila Pinto da Cunha
Camila Pissolito
Caroline de Cassia Machado Roque
Cristiane Peres Bergamini Marques
Daniel Barbosa Nogaroli
Denis José Cordeiro de Campos Pacheco
Eduardo Cezar Bento
Eduardo Cruz Moraes
Erica Mariosa Moreira Carneiro
Fabio Neves dos Santos
Francielly Keity Baliana Godoy
Graciele Almeida de Oliveira
Guilherme de Araújo Lucas
Guilherme Henrique Vicente
Guilherme Rodrigues
Henrique Rodrigues Fontes
Ignacio Amigo De La Huerga
Jhonatas Henrique Simião
Leonardo de Melo Fernandes
Letícia Guimarães dos Santos
Luanne Caires da Cruz Souza
Marcos Botelho Junior
Maria Letícia Bonatelli
Maurício Jancowski Boff
Monique Rached
Paula Felicio Drummond de Castro
Phillipe Pessoa de Santana
Ruam de Oliveira Silva
Sarah Azoubel Lima
Sophia La Banca de Oliveira
Suzana Corrêa Petropouleas
Thales Vilela Lelo
Virgínia Vilhena do Nascimento
Viviane Celente


O programa de web rádio e podcast Oxigênio está em sua 36a edição e a partir de agora pode ser também acessado via Jornal da Unicamp Online. O programa que é produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade, foi criado em parceria com a Web Rádio Unicamp. A nova parceria reflete o amadurecimento do programa ao longo dos dois anos de sua criação e inaugura a seção de áudios e vídeos do JU.

E o número 36 do Oxigênio traz como reportagem principal uma entrevista com Marco Antônio Bortoleto, professor da Faculdade de Educação Física, e coordenador do grupo de Estudo e Pesquisa das Artes Circences, Circus. Na entrevista ele conta para a jornalista Nadia Salmeron sobre o livro recém lançado pelo grupo – Circo – e também sobre a trajetória do Circus na universidade e na área de pesquisa que mescla arte circence e educação física.

A edição traz também duas notícias, uma sobre o risco de se anunciar a ocorrência de espécies raras em revistas de acesso aberto,  tema tratado em artigo publicado na revista Science e outra a respeito do Encontro Cultura Matemática: diagnósticos e perspectivas, promovido pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (CEPID NeuroMat), um dos primeiros eventos relacionados ao Biênio da Matemática, que pretende nos anos de 2017 e 2018 ampliar a divulgação científica da área.

A coluna Alimentação e Saúde, o professor Jorge Behrens, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, fala sobre a relação da nossa alimentação com o meio ambiente, a sociedade e a economia.

E já que estamos falando de parcerias, o Oxigênio também mantém parceria com outros podcasts, com a ideia de criar uma rede de programas radiofônicos sobre ciência, principalmente produzidos por universidades. Este programa contou com a participação do podcast Unesp, da Universidade Estadual Paulista. O tema da reportagem é o relatório Conflitos no campo Brasil, segundo o qual houve 61 assassinatos no campo em 2016, o segundo maior número em 25, o que é bem preocupante.

E na seção Arquivo na Ciência, o repórter Gustavo Almeida trata do tema da punição na ciência ao longo dos anos. O tema fez parte do Dossiê Prêmio e Castigo, da revista ComCiência de maio. Além do Gustavo e da Nádia, participaram desta edição: Carol Gama, Roberto Takata, Simone Pallone, Patricia Santos e Jeverson Barbieri.

O programa Oxigênio é produzido por alunos e ex-alunos dos cursos do Labjor, já realizou um Workshop sobre web jornalismo, duas oficinas sobre rádio, além de ter desenvolvido o Projeto 1, 2, feijão com arroz, 3, 4, ciência no rádio na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016.



Graziele de Souza

Germana Barata é pesquisadora do Labjor e, desde do início de 2017, está em Vancouver, no Canadá, como pesquisadora visitante da Universidade Simon Fraser, com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Por meio dos textos publicados na coluna “Diário de Vancouver”, disponível na versão online do Jornal da Unicamp, ela procura compartilhar a experiência de viver no exterior, enfatizando o debate sobre o ensino superior.

Germana, em seu primeiro texto no Jornal da Unicamp, cita alguns assuntos que pretende abordar em sua coluna, como: o perfil institucional e suas estratégias de internacionalização, as questões de gênero na ciência, a progressão na carreira, o financiamento de pesquisa, as atividades de divulgação científica, o acesso aberto a revistas científicas, o uso de bibliotecas e a avaliação da produtividade.

Já foram publicados três textos, o primeiro foi “Pavimentando o caminho da internacionalização”, no qual ela aborda algumas dificuldades que precisou enfrentar desde o início do processo, quando tomou a decisão de ter experiência acadêmica no exterior até conseguir embarcar para o Canadá. Um dos desafios enfrentados foi em relação ao idioma: “Me considero fluente no inglês, mas a vida acadêmica nos desafia diariamente de modo a expor algumas fragilidades transponíveis da internacionalização. Defender as ideias científicas, sobretudo em outra área do conhecimento, com a agilidade e complexidade que às vezes nos é exigido é elevar a palavra ‘fluente’ para um próximo degrau”.

O segundo texto publicado foi o “Ciência como estratégia de desenvolvimento de nação”, que trata das medidas inclusivas do governo do Canadá e como isso auxiliou no desenvolvimento do país nos últimos anos, além de abordar sobre o ensino superior canadense.

A publicação mais recente é sobre o “Acesso aberto como política científica institucional”, no qual a pesquisadora relata sobre plataformas de acesso aberto existentes para possibilitar a leitura de artigos científicos de forma gratuita, apesar de que a grande maioria das pesquisas científicas tem o acesso restrito para assinantes.

Além de ler os textos já publicados pela pesquisadora, é possível acompanhar as próximas publicações, que podem ser encontradas nas categorias Artigos e Ideias no Jornal da Unicamp Online.



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Graziele Souza

O festival Pint of Science acontece entre hoje e quarta-feira (dia 15, 16 e 17) em diversos bares espalhados pelo mundo. No total, o evento acontecerá em 11 países, em mais de 100 cidades, durante 3 noites.

O Pint of Science é um festival internacional de divulgação científica realizado em bares, tendo sido criado em 2013 por Michael Motskin e Praveen Paul, na Inglaterra.

Para a coordenadora do festival em Campinas, Isabela Schirato, “a meta deste Festival de Divulgação Científica é atrair pessoas que normalmente não costumam frequentar o ambiente acadêmico, despertando seu interesse e aproximando-as das diversas áreas de pesquisa, para que percebam como a ciência está totalmente relacionada ao nosso dia a dia”, afirmou.

No Brasil o festival está em sua terceira edição, e ocorrerá em bares de 22 cidades brasileiras. Em Campinas o Pint of Science ocorre pela segunda vez, e este ano o evento irá acontecer nos bares: Lado B, Echos Studio Bar, Yoou Geek e Alzirão Empório Bar. No ano passado, o Labjor esteve bastante envolvido com as atividades, e este ano continua apoiando, mas com uma atuação menos intensa.

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Em 2016 Campinas sediou pela primeira vez o festival de divulgação cientifica e para a Isabela Schirato, a principal dificuldade encontrada foi que, pelo caráter inovador e por ter sido o primeiro ano, os organizadores tiveram mais dificuldades em conseguir patrocínio junto a empresas e institutos. “Ficamos preocupados se haveria um número representativo de pessoas, mas, no fim das contas, a participação do público superou nossas expectativas”, comentou.

Na edição de 2016 do evento, Campinas contou com um público de 2.200 pessoas, sendo que 1.500 participaram em uma única noite, no Observatório Municipal de Campinas além de outros dois bares.

Para 2017 a coordenadora de Campinas, Isabela Schirato, estima um público de 2.500 pessoas nas três noites, considerando que essa seja a lotação máxima dos quatro bares que participam do evento desta vez.

Os temas que serão abordados são bastante variados: Alimentos funcionais, obesidade, diabetes, astronomia, mudanças climáticas, biodiversidade, medicalização, evolucionismo, impressão 3D de órgãos, epidemias, computação quântica, transhumanismo, privacidade, e vários outros. A programação completa das atividades em Campinas pode ser conferida no site http://posbrazil.wixsite.com/posbrazil/campina17.

Isabela conta ainda que a experiência do ano passado foi positiva não apenas para o público, mas também para os palestrantes, que buscaram novas maneiras de apresentar os seus temas de pesquisa, com linguagem mais coloquial, diferente da que se usa em sala de aula ou nos congressos científicos.

Ela afirma que “o retorno tanto dos palestrantes quanto do público foi extremamente positivo, todos bastante empolgados pelo formato descontraído com que foram apresentados temas tão interessantes e relevantes. Tanto para acadêmicos quanto ao público em geral, foi um evento surpreendente”.

As sessões do Pint of Science terão início às 19h30 e terminam às 22h. E a programação do Pint of Science 2017, em todas as cidades onde estará ocorrendo, pode ser acessada no site oficial do evento. Também pode acessar o evento do Pint of Science 2017 no Facebook.

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O Labjor é um centro de referência para a formação e para os estudos em divulgação científica e cultural. Oferece, de forma multidisciplinar, cursos de pós-graduação, e proporciona pesquisas e produtos culturais que contribuem para a análise da dinâmica das relações entre ciência e sociedade.
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