Institucional

O Labjor é um centro de referência, no país e na América Latina, para a formação e para os estudos em divulgação científica e cultural. Trabalhando, em suas diversas atividades e programas acadêmicos, com os fenômenos contemporâneos ligados à cultura científica, o Labjor oferece, de forma multidisciplinar, a oportunidade de cursos de pós-graduação e de realização de pesquisas e produtos culturais, que contribuem para a compreensão e entendimento, para a análise e a explicação da dinâmica das relações entre ciência e sociedade que, por sua vez, integram, também dinamicamente, os fatos, eventos e acontecimentos próprios da cultura científica.

Arquivo de notícias




Entre 1 e 25 de agosto estarão abertas as inscrições do Processo Seletivo 2017/2018 do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural IEL/Labjor. Podem submeter-se ao processo candidatos graduados em qualquer área de curso superior reconhecido pelo MEC. Criado em 2006, o curso tem nota 5 pela Capes.

Veja neste link o edital completo.

A seleção terá duas etapas: análise dos documentos por uma comissão de docentes (formulário de inscrição, histórico, currículo e projeto) e prova escrita de inglês e entrevista.

Calendário
Inscrições: de 1 a 25 de agosto
Divulgação das inscrições homologadas: 22 de setembro
Divulgação dos aprovados na 1ª fase: 23 de outubro
2ª fase (prova de inglês e entrevistas): 24 de outubro a 7 de novembro
Divulgação dos aprovados: a partir de 10 de novembro



Uma mostra física e virtual propõe ao público explorar sensorialmente conceitos básicos e experiências ligadas a fenômenos ópticos instigantes e, ao mesmo tempo, presentes no cotidiano. Criada para despertar o interesse de crianças de 7 a 10 anos, a exposição Jogos de Luz está atraindo e divertindo também o público de mais idade, inclusive os adultos.

Jogos de Luz é uma exposição modular e itinerante, instalada no Museu Dinâmico de Ciências de Campinas, no Parque Taquaral (entrada 6). A exposição é vinculada ao projeto Ciência na rua, e conta com 9 experimentos interativos, criados pelos professores de física José Joaquín Lunazzi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelos professores Alberto e Adriana Tufaile, da Universidade de São Paulo (USP).

Os experimentos que integram a mostra permitem às crianças brincar ou jogar com artefatos programados para trazer à cena a natureza da luz, seu comportamento como raio ou onda e sua ligação com os processos de geração e manutenção da vida.

Segundo a monitora Susana e seus colegas Caio Martins e Fernanda Newman Neves, as atrações que mais encantam são a lâmina quebra cara, que é um dispositivo translúcido que, interposto entre duas crianças, permite a cada uma delas uma visão de seus rostos em posições distintas, meio distorcidas, o caleidoscópio e as atividades na câmara escura. Nesse espaço fechado, o público observa, por exemplo, como a luz afeta a aparência dos objetos, e que não são eles que possuem suas cores, mas que elas surgem a partir da interação com a luz incidente.

O projeto foi idealizado e coordenado pela professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mariluce Moura, que é também pesquisadora colaboradora no Laboratório de Estudos Avançados da Unicamp e foi financiado via parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Instituto TIM e o Labjor. A exposição ficou de outubro a maio no saguão do Planetário e depois do Museu Dinâmico de Ciências segue para Salvador.

Energia

Além da exposição Jogos de Luz, o público que for ao Museu Dinâmico de Ciências nas férias poderá visitar a exposição A energia que move o mundo que apresenta processos básicos de transformação da energia, desde os seus primórdios até as diversas formas de utilização pelo homem contemporâneo, foi essencial para o seu uso. A exposição destaca a relevância do Sol como o grande gerador de energia, energia essa que mantêm a vida no planeta.

Para explicar os conceitos relacionados ao tema, a exposição conta com quatro ambientes temáticos: Energia Natural, Geração de Energia, Energia Elétrica e Vida, onde demonstrações e maquetes apresentam princípios básicos do uso de energia pela humanidade. Essa exposição foi concebida pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, que desde 2015 mantém uma parceria com o Museu Dinâmico de Campinas.

Outra atração é o Planetário que nas férias tem sessões de terça a sexta às 14h30 e 15h30 e aos domingos, às 15h e 16h. As duas exposições ficam abertas de terça a domingo das 14h às 17h.

O Museu Dinâmico de Campinas fica no Parque Taquaral, na Av. Heitor Penteado, entrada 6. Mais Informações: http://planetariocampinas.wixsite.com/planetario



APROVADOS PROCESSO SELETIVO – JORNALISMO CIENTÍFÍCO – X EDIÇÃO

A matrícula será efetuada de 12 a 14 de julho, pessoalmente, no Labjor.

A Especialização em Jornalismo Científico não abre vagas para alunos ouvintes e especiais.

Adilson Roberto Gonçalves
Allison Eduardo da Silva Almeida
Ana Paula Palazi
André Luis Gobi
Beatriz Maia Guimarães da Silva
Bruno de Souza Moraes
Camila Pinto da Cunha
Camila Pissolito
Caroline de Cassia Machado Roque
Cristiane Peres Bergamini Marques
Daniel Barbosa Nogaroli
Denis José Cordeiro de Campos Pacheco
Eduardo Cezar Bento
Eduardo Cruz Moraes
Erica Mariosa Moreira Carneiro
Fabio Neves dos Santos
Francielly Keity Baliana Godoy
Graciele Almeida de Oliveira
Guilherme de Araújo Lucas
Guilherme Henrique Vicente
Guilherme Rodrigues
Henrique Rodrigues Fontes
Ignacio Amigo De La Huerga
Jhonatas Henrique Simião
Leonardo de Melo Fernandes
Letícia Guimarães dos Santos
Luanne Caires da Cruz Souza
Marcos Botelho Junior
Maria Letícia Bonatelli
Maurício Jancowski Boff
Monique Rached
Paula Felicio Drummond de Castro
Phillipe Pessoa de Santana
Ruam de Oliveira Silva
Sarah Azoubel Lima
Sophia La Banca de Oliveira
Suzana Corrêa Petropouleas
Thales Vilela Lelo
Virgínia Vilhena do Nascimento
Viviane Celente


O programa de web rádio e podcast Oxigênio está em sua 36a edição e a partir de agora pode ser também acessado via Jornal da Unicamp Online. O programa que é produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade, foi criado em parceria com a Web Rádio Unicamp. A nova parceria reflete o amadurecimento do programa ao longo dos dois anos de sua criação e inaugura a seção de áudios e vídeos do JU.

E o número 36 do Oxigênio traz como reportagem principal uma entrevista com Marco Antônio Bortoleto, professor da Faculdade de Educação Física, e coordenador do grupo de Estudo e Pesquisa das Artes Circences, Circus. Na entrevista ele conta para a jornalista Nadia Salmeron sobre o livro recém lançado pelo grupo – Circo – e também sobre a trajetória do Circus na universidade e na área de pesquisa que mescla arte circence e educação física.

A edição traz também duas notícias, uma sobre o risco de se anunciar a ocorrência de espécies raras em revistas de acesso aberto,  tema tratado em artigo publicado na revista Science e outra a respeito do Encontro Cultura Matemática: diagnósticos e perspectivas, promovido pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (CEPID NeuroMat), um dos primeiros eventos relacionados ao Biênio da Matemática, que pretende nos anos de 2017 e 2018 ampliar a divulgação científica da área.

A coluna Alimentação e Saúde, o professor Jorge Behrens, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, fala sobre a relação da nossa alimentação com o meio ambiente, a sociedade e a economia.

E já que estamos falando de parcerias, o Oxigênio também mantém parceria com outros podcasts, com a ideia de criar uma rede de programas radiofônicos sobre ciência, principalmente produzidos por universidades. Este programa contou com a participação do podcast Unesp, da Universidade Estadual Paulista. O tema da reportagem é o relatório Conflitos no campo Brasil, segundo o qual houve 61 assassinatos no campo em 2016, o segundo maior número em 25, o que é bem preocupante.

E na seção Arquivo na Ciência, o repórter Gustavo Almeida trata do tema da punição na ciência ao longo dos anos. O tema fez parte do Dossiê Prêmio e Castigo, da revista ComCiência de maio. Além do Gustavo e da Nádia, participaram desta edição: Carol Gama, Roberto Takata, Simone Pallone, Patricia Santos e Jeverson Barbieri.

O programa Oxigênio é produzido por alunos e ex-alunos dos cursos do Labjor, já realizou um Workshop sobre web jornalismo, duas oficinas sobre rádio, além de ter desenvolvido o Projeto 1, 2, feijão com arroz, 3, 4, ciência no rádio na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016.



Graziele de Souza

Germana Barata é pesquisadora do Labjor e, desde do início de 2017, está em Vancouver, no Canadá, como pesquisadora visitante da Universidade Simon Fraser, com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Por meio dos textos publicados na coluna “Diário de Vancouver”, disponível na versão online do Jornal da Unicamp, ela procura compartilhar a experiência de viver no exterior, enfatizando o debate sobre o ensino superior.

Germana, em seu primeiro texto no Jornal da Unicamp, cita alguns assuntos que pretende abordar em sua coluna, como: o perfil institucional e suas estratégias de internacionalização, as questões de gênero na ciência, a progressão na carreira, o financiamento de pesquisa, as atividades de divulgação científica, o acesso aberto a revistas científicas, o uso de bibliotecas e a avaliação da produtividade.

Já foram publicados três textos, o primeiro foi “Pavimentando o caminho da internacionalização”, no qual ela aborda algumas dificuldades que precisou enfrentar desde o início do processo, quando tomou a decisão de ter experiência acadêmica no exterior até conseguir embarcar para o Canadá. Um dos desafios enfrentados foi em relação ao idioma: “Me considero fluente no inglês, mas a vida acadêmica nos desafia diariamente de modo a expor algumas fragilidades transponíveis da internacionalização. Defender as ideias científicas, sobretudo em outra área do conhecimento, com a agilidade e complexidade que às vezes nos é exigido é elevar a palavra ‘fluente’ para um próximo degrau”.

O segundo texto publicado foi o “Ciência como estratégia de desenvolvimento de nação”, que trata das medidas inclusivas do governo do Canadá e como isso auxiliou no desenvolvimento do país nos últimos anos, além de abordar sobre o ensino superior canadense.

A publicação mais recente é sobre o “Acesso aberto como política científica institucional”, no qual a pesquisadora relata sobre plataformas de acesso aberto existentes para possibilitar a leitura de artigos científicos de forma gratuita, apesar de que a grande maioria das pesquisas científicas tem o acesso restrito para assinantes.

Além de ler os textos já publicados pela pesquisadora, é possível acompanhar as próximas publicações, que podem ser encontradas nas categorias Artigos e Ideias no Jornal da Unicamp Online.



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Graziele Souza

O festival Pint of Science acontece entre hoje e quarta-feira (dia 15, 16 e 17) em diversos bares espalhados pelo mundo. No total, o evento acontecerá em 11 países, em mais de 100 cidades, durante 3 noites.

O Pint of Science é um festival internacional de divulgação científica realizado em bares, tendo sido criado em 2013 por Michael Motskin e Praveen Paul, na Inglaterra.

Para a coordenadora do festival em Campinas, Isabela Schirato, “a meta deste Festival de Divulgação Científica é atrair pessoas que normalmente não costumam frequentar o ambiente acadêmico, despertando seu interesse e aproximando-as das diversas áreas de pesquisa, para que percebam como a ciência está totalmente relacionada ao nosso dia a dia”, afirmou.

No Brasil o festival está em sua terceira edição, e ocorrerá em bares de 22 cidades brasileiras. Em Campinas o Pint of Science ocorre pela segunda vez, e este ano o evento irá acontecer nos bares: Lado B, Echos Studio Bar, Yoou Geek e Alzirão Empório Bar. No ano passado, o Labjor esteve bastante envolvido com as atividades, e este ano continua apoiando, mas com uma atuação menos intensa.

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Em 2016 Campinas sediou pela primeira vez o festival de divulgação cientifica e para a Isabela Schirato, a principal dificuldade encontrada foi que, pelo caráter inovador e por ter sido o primeiro ano, os organizadores tiveram mais dificuldades em conseguir patrocínio junto a empresas e institutos. “Ficamos preocupados se haveria um número representativo de pessoas, mas, no fim das contas, a participação do público superou nossas expectativas”, comentou.

Na edição de 2016 do evento, Campinas contou com um público de 2.200 pessoas, sendo que 1.500 participaram em uma única noite, no Observatório Municipal de Campinas além de outros dois bares.

Para 2017 a coordenadora de Campinas, Isabela Schirato, estima um público de 2.500 pessoas nas três noites, considerando que essa seja a lotação máxima dos quatro bares que participam do evento desta vez.

Os temas que serão abordados são bastante variados: Alimentos funcionais, obesidade, diabetes, astronomia, mudanças climáticas, biodiversidade, medicalização, evolucionismo, impressão 3D de órgãos, epidemias, computação quântica, transhumanismo, privacidade, e vários outros. A programação completa das atividades em Campinas pode ser conferida no site http://posbrazil.wixsite.com/posbrazil/campina17.

Isabela conta ainda que a experiência do ano passado foi positiva não apenas para o público, mas também para os palestrantes, que buscaram novas maneiras de apresentar os seus temas de pesquisa, com linguagem mais coloquial, diferente da que se usa em sala de aula ou nos congressos científicos.

Ela afirma que “o retorno tanto dos palestrantes quanto do público foi extremamente positivo, todos bastante empolgados pelo formato descontraído com que foram apresentados temas tão interessantes e relevantes. Tanto para acadêmicos quanto ao público em geral, foi um evento surpreendente”.

As sessões do Pint of Science terão início às 19h30 e terminam às 22h. E a programação do Pint of Science 2017, em todas as cidades onde estará ocorrendo, pode ser acessada no site oficial do evento. Também pode acessar o evento do Pint of Science 2017 no Facebook.



Com tristeza e pesar o Labjor se despede do artista João Baptista da Costa Aguiar, falecido no dia 16 de abril. Foi colaborador do laboratório desde 2000, quando criou o projeto gráfico da revista Ciência e Cultura, publicação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que passaria a ser produzida por uma equipe de jornalistas e pesquisadores do Labjor. Desde então, continuou produzindo as capas das revistas, em edições trimestrais, seguindo uma linha de criação na qual explorava o uso de cores vivas e o universo da tipologia para criar os títulos dos dossiês temáticos, que dão o tom principal da publicação.

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Anos depois foi convidado para criar também o projeto gráfico da revista Conhecimento & Inovação, que foi publicada pelo Labjor com diferentes parceiros – Instituto Uniemp, Agência de Inovação Inova Unicamp, Secretaria de Ensino Superior e Instituto Inovação – no período de 2005 a 2010. Mantendo um estilo mais leve, clean, que era uma de suas marcas, criou um projeto agradável, explorando o uso de fotos grandes, trazendo para a revista um equilíbrio importante entre arte e conhecimento.

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João Baptista fez, também, a capa do livro Prêmio Jovem Cientista, produzido pelo Labjor para a Fundação Roberto Marinho e a logomarca para a revista Patrimônio, uma publicação eletrônica do Labjor e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Programa “Artista Residente”

Mas, mesmo antes da criação do Labjor João Baptista já havia ajudado a criar o Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri), tendo respondido pela coordenação do núcleo no período de 30/06/1986 a 01/05/1989. Em 1985, dentro do programa “Artista Residente” do Nudecri, mobilizou estudantes, professores, funcionários e crianças com um histórico espetáculo chamado Vai rolar, quando uma bola vermelha gigante, de cinco metros de diâmetro, feita de lona de circo, ficou rolando, empurrada por pessoas, por quase duas horas no gramado do campus, fazendo uma alusão aos três pontos vermelhos da logomarca da Unicamp.

João Baptista teve uma carreira bastante significativa no campo da arte gráfica. Em 1970, começou na Editora Abril e, em 1973, já atuava em estúdio próprio. Foi diretor de arte da revista Vogue Brasil (1976-1978). A partir de 1982 passou a atuar na criação de cartazes e identidades corporativas para instituições e eventos, inclusive para a Unicamp, destacando-se o importante trabalho junto à prefeitura da cidade de São Paulo, onde criou a logomarca da cidade na gestão de Erundina e produziu outras imagens que se destacaram, como o cartaz de cem anos da avenida Paulista.

Foi o criador do logotipo e participou da implantação da identidade visual da editora Companhia das Letras, em 1986 – fez o projeto gráfico de capa para a série de livros policiais, diversas capas e iniciou o desenho de coleções de alguns autores consagrados. Produziu capas também para as editoras LP&M, Nova Fronteira, Agir entre outras.

Além de artista gráfico, João Baptista gostava muito de cozinhar e publicou, em 2011, o livro Senhor prendado – um homem que se diverte na cozinha, que é também uma obra de grande beleza gráfica.

Em 2006 teve sua obra consagrada no livro Desenho gráfico – 1980-2006, da editora Senac. No mesmo ano fez uma grande exposição no Instituto Tomie Ohtake, reunindo uma infinidade de capas de livros, revistas e cartazes produzidos ao longo de três décadas.

João Baptista deixa os filhos Rita e Zeca e dois netos.



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Temos o prazer de anunciar que o Seminário Conexões chega em 2017 a sua sétima edição com o tema “Deleuze e Cosmospolíticas e Ecologias Radicais e Nova Terra e…”. As inscrições de trabalhos estão abertas e os interessados devem enviar título, texto entre 1000 e 2000 palavras e três palavras-chave através de formulário disponível no site do evento: https://seminarioconexoes2017.hotglue.me/

Desde 2009 o evento propõe proliferações com o pensamento do filósofo Gilles Deleuze em interseções as mais inusitadas. Embora nosso dever seja o de ser intempestivos a nosso tempo, é ele na sua condição de contemporâneo que nos força a pensar.

O Antropoceno, como tempo marcado pelas catástrofes, pelas mudanças climáticas e nossa ação irreversível sobre as condições materiais de existência, sobre Gaia; parece que nos joga em direção ao fim do mundo. Um beco sem saída onde a comunicação e educação se tornam cúmplices de nossa miséria.

No entanto, não acreditamos no fim do mundo, como um Grand Finale, pois para quem acredita nas potências criativas da vida e do humano, o Novo, sempre advém do fim de um mundo que dá lugar a um outro. O mundo como uma cosmogênese constante. Uma comunicação entendida como multirelacionalidade que se diz potente ao afetar e ao se deixar afetar abrindo novas individuações e transformações na matéria; assim como uma educação como possibilidade de deslocar a aprendizagem para uma condição de ambiências imanentes que colocam o humano e não humano em processos de apreensão, de se apre(e)nderem mutuamente como encontro entre heterogêneos, podem ser os mais potentes aliados para um mundo que se resiste a acabar.

É por isso, que este ano o Conexões pretende se jogar em experimentações a partir do conceito de Deleuze e Guattari de Nova Terra. Acreditamos que a infindável procura por reinventar e refazer o mundo, por compor uma nova imagem do pensamento é sempre a procura por uma Nova Terra, por povoar uma e outra vez, por fazer diferir a mecanosfera que não para de afirmar seu des-fundamento como potência criadora e onde uma constelação de conceitos outros emerge e estes fazem contato dando consistência a possíveis e impensadas Cosmopolíticas e Ecologias Radicais.

O que pode o humano nos seus devires em tempos de catástrofe? É talvez a pergunta que tem nos des-orientado no pensamento com as mudanças climáticas na Revista ClimaCom produzida pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) e no OLHO Laboratório de Estudos Audiovisuais da FE, ambos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e que nos instiga a querer fazer deste VII Seminário um experimento em estar junto onde modos e lógicas de pensamento as mais díspares e aberrantes façam funcionar o pensamento de Deleuze e Guattari, na vontade de farejar faíscas dos modos como essa Nova Terra, suas Cosmopolíticas e Ecologias Radicais, podem aparecer e…

O evento de caráter interdisciplinar, está planejado para acontecer entre 27 e 29 de novembro de 2017, tendo já confirmada também as presenças de Brian Massumi e Erin Manning (Canadá), de Adrián Cangi (Argentina), Ailton Krenak, Almires Martins, Eustáquio Neves, Déborah Danowski, Luiz Orlandi e Marco Antonio Valentim (Brasil).

Em breve novas informações dos convidados e programação estarão disponíveis no site e em nossa página do facebook: https://www.facebook.com/conexoesdeleuze/?fref=ts

Comissão Organizadora – VII Seminário Conexões: Deleuze e Cosmopolíticas e Ecologias Radicais e Nova Terra e…

Instituições: Labjor e Faculdade de Educação da Unicamp

Grupos de pesquisa: multiTÃO, OLHO e DIS

Cursos de pós-graduação: Programa de Mestrado em Divulgação Científica e Cultural – Labjor/IEL/Unicamp; Programa de Pós-Graduação em Educação – FE/Unicamp

Redes e associações: Subrede Divulgação Científica da Rede Clima,
Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas – Rede Clima e
Associação de Leitura do Brasil – ALB



Em 25 e 26 de abril, evento oferecerá mesas-redondas, apresentações orais, oficinas e intervenções livres unidas pelo tema da resistência nos campos científico, cultural e tecnológico

 

Já estão abertas as inscrições para ouvintes do 4º Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura (EDICC 4), organizado pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp. Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site do EDICC 4 ou presencialmente, nos dias de evento. Neste ano, o encontro será realizado em 25 e 26 de abril, nos prédios do Labjor e do Instituto de Geociências (IG), na Unicamp (Campinas, SP).

O tema “Resistências: perspectivas na Cultura, Ciência e Tecnologia” foi escolhido para nortear as mesas redondas, oficinas, apresentações orais, intervenções livres e demais atividades do EDICC 4, que contará com palestrantes e facilitadores de diversas partes do Brasil. O intuito da programação é levantar questões sobre o atual cenário da produção cultural, científica e tecnológica no país e discutir os novos caminhos para a pesquisa acadêmica nessas áreas, além de destacar experiências com foco na integração e no compartilhamento de conhecimentos contra-hegemônicos.

Com a missão de tornar o evento cada vez mais acessível, o EDICC 4 proporcionará aos autores aprovados dois tipos de auxílio: uma ciranda infantil (de 3 a 10 anos) para que mães, pais e demais responsáveis tenham com quem deixar as crianças enquanto apresentam seus trabalhos; e um programa de hospedagem solidária, que ajudará os participantes vindos de outras cidades e estados a encontrarem um abrigo gratuito ou a baixo custo em local próximo ao evento. Os interessados em oferecer acomodação solidária devem encaminhar um e-mail para 4edicc@gmail.com

A programação completa do encontro será divulgada em breve no site e na página oficial do EDICC no Facebook. São apoiadores desta edição a Editora Unicamp, a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e o Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT) do IG, da Unicamp.

 

Serviço

O que: 4º Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura (EDICC 4)

Quando: 25 e 26 de abril de 2017

Onde: Labjor (Rua Seis de Agosto, 50, 3º piso) e IG (Rua João Pandiá Calógeras, 51), na Unicamp (Campinas, SP)

Mais informações: https://edicc2017.wixsite.com/edicc4, https://www.facebook.com/edicc.unicamp/ e https://www.facebook.com/events/402463873452847/

Contato: 4edicc@gmail.com



Informamos que o resultado final do Concurso Público – Pesquisador (Processo 01-P-29793/2015), e a classificação dos candidatos, serão apresentados hoje, dia 22/03/2017, ao final das avaliações, na sala de aula do Labjor, para o público que estiver presente. Em seguida, o resultado será afixado na porta do Labjor, para consulta.

Não é obrigatória a presença dos participantes do concurso, que também estão desobrigados de assinar outra lista ou documento, além da já assinada quando da apresentação do projeto.

Antes da publicação no Diário Oficial, após todos os trâmites da Unicamp, não haverá divulgação do resultado na página do Labjor, como anunciado anteriormente.

Comissão Julgadora

Resultado da prova escrita e eliminatória do Concurso Público – Pesquisador (Processo 01-P-29793/2015) e classificação dos aprovados.

Nº DA INSCRIÇÃO NOME NOTA DA PROVA* APROVADO
S/N
CLASSIFICAÇÃO
2 Daniela Tonelli Manica 8,3 S
4 Magda dos Santos Ribeiro 7 S
5 Gabriela da Rocha Barbosa 6,9 S
7 Ingrid Gomes 4,4 N
9 Márcia Maria Tait Lima 6,5 S
10 Renato Salgado de Melo Oliveira 7,5 S
11 Diego Jair Vicentin 8,1 S
13 Andréia Terzariol Couto 5 N
14 Mateus Yuri Ribeiro da Silva Passos 4,9 N
16 Rogério Garcia Fernandez 5,2 N
17 Rodrigo Travitzki Teixeira de Oliveira 4,6 N
20 Ofélia Elisa Torres Morales 3,3 N
21 Flávia Gouveia de Campos Gomes 7,1 S
22 Rafael Alves da Silva 8,1 S
23 Maria Thereza Bonilha Dubugras 4,8 N
24 Vivian Marina Redi Pontin 5,6 N
25 Paula Felício Drummond de Castro 5,6 N
26 Sabine Righetti 6,6 S

_________________________________________

*Nota mínima para aprovação da prova escrita: 6,0

Horário das apresentações, segundo a ordem de inscrição.

Nº DA INSCRIÇÃO NOME DATA/HORA APRESENTAÇÃO ORAL
2 Daniela Tonelli Manica 21/03/2017 – 14:00
4 Magda dos Santos Ribeiro 21/03/2017 – 15:00
5 Gabriela da Rocha Barbosa 21/03/2017 – 16:00
9 Márcia Maria Tait Lima 21/03/2017 – 17:00
10 Renato Salgado de Melo Oliveira 22/03/2017 – 08:30
11 Diego Jair Vicentin 22/03/2017 – 09:30
21 Flávia Gouveia de Campos Gomes 22/03/2017 – 10:30
22 Rafael Alves da Silva 22/03/2017 – 11:30
26 Sabine Righetti 22/03/2017 – 14:00

Não foram atribuídas notas aos candidatos listados abaixo por não terem comparecido no dia da prova escrita (20/03/2017)

Nº DE INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO
01 Leonardo Ribeiro da Cruz
03 Guilherme da Silva Lima
06 Audre Cristina Alberguini
08 Isabel Silva Sampaio
12 Anne Danielle Soares Clinio dos Santos
15 Alcides Eduardo dos Reis Peron
18 Luiz Carlos do Carmo Fernandes
19 Ana Paula Camelo
27 Daniel Ferraz Chiozzini
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Fones: (19) 3521-2584 / 3521-2585 / 3521-2586 / 3521-2588 Fax: (19) 3521-2599
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