Institucional

O Labjor é um centro de referência, no país e na América Latina, para a formação e para os estudos em divulgação científica e cultural. Trabalhando, em suas diversas atividades e programas acadêmicos, com os fenômenos contemporâneos ligados à cultura científica, o Labjor oferece, de forma multidisciplinar, a oportunidade de cursos de pós-graduação e de realização de pesquisas e produtos culturais, que contribuem para a compreensão e entendimento, para a análise e a explicação da dinâmica das relações entre ciência e sociedade que, por sua vez, integram, também dinamicamente, os fatos, eventos e acontecimentos próprios da cultura científica.

Arquivo de notícias






NOTA DA PROVA ESCRITA

 

Nº DA INSCRIÇÃO NOME NOTA*
01 Renato Salgado de Melo Oliveira 7,7
02 Paulo de Freitas Castro Fonseca 7,5
04 Nathália Silva Fontana Rosa 6,8
06 Paula Felício Drummond de Castro 7,6
07 Flávia Natércia da Silva Medeiros 4,6
09 Elaine Cristina Saito Hayashi 6,7
10 Patrícia Nunes da Silva Mariuzzo 7,2
12 Sabine Righetti 8,2

*NOTA MÍNIMA PARA PROSEGUIR NO PROCESSO É 6,0


HORÁRIO DAS AVALIAÇÕES DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO

07/11/2017 E 08/11/2017

Nº DA INSCRIÇÃO NOME DATA HORÁRIO
01 Renato Salgado de Melo Oliveira 07/11/2017 14h00
02 Paulo de Freitas Castro Fonseca 07/11/2017 15h00
04 Nathália Silva Fontana Rosa 07/11/2017 16h00
06 Paula Felício Drummond de Castro 07/11/2017 17h00
09 Elaine Cristina Saito Hayashi 08/11/2017 08h30
10 Patrícia Nunes da Silva Mariuzzo 08/11/2017 09h30
12 Sabine Righetti 08/11/2017 10h30

 



Academia como mercado financeiro de ideias. A economia política dos meios de comunicação social para os acadêmicos. Este é o título da conferência que Alessandro Delfanti, professor de cultura e novos meios de comunicação na Universidade de Toronto vai proferir no dia 17 de novembro, às 14h na Sala A, da DGRN (Departamento de Geologia e Recursos Naturais), do Instituto de Geociências, na Unicamp.

A pesquisa do professor italiano, que lecionou na Universidade da Califórnia, em Davis, na Universidade Mcgill e Universidade de Milão, centra-se no trabalho digital, no hacking e na economia política da ciência e da tecnologia. Ele é o autor de Biohackers: a política da ciência aberta (Pluto 2013) e outras obras.

Na apresentação do dia 17, Delfanti irá tratar das redes sociais voltadas para acadêmicos, como a Academia.edu ou Researchgate, que são espaços onde milhões de estudiosos partilham o seu trabalho e constroem-se como trabalhadores acadêmicos legítimos e produtivos. Estes serviços fornecem novas formas de métricas e classificação, tais como contagens de download, compartilhamento de mídia social, popularidade. Garantem “pontuação” ou alcance de rede.

Esses sistemas são formas de intensificar o trabalho acadêmico e, ao mesmo tempo, assumem um papel epistêmico cada vez mais crescente, uma vez que fazem parte de uma tendência para aumentar a previsibilidade dos resultados da investigação. A pesquisa realizada por Delfanti mostra como os usuários têm de lidar com as novas formas de facilitadoras e as lógicas algorítmicas que os governam.

Em resumo, essas redes sociais acabam por produzir e disciplinar um novo tipo de acadêmico. Para compreender o papel dessas plataformas, Delfanti se baseou nas ideias mertonianas sobre a ciência como “Mercado de ideias propondo uma nova metáfora econômica para entender o seu papel no trabalho acadêmico”. Para os estudos sociais das finanças, por exemplo, ele propõe que as plataformas de mídia social permitam um reconceitualização da academia como um “Mercado Financeiro de ideias”.

Segundo o pesquisador, “primeiro, os meios de comunicação social para os acadêmicos permitem a inclusão de objetos acadêmicos, tais como artigos preprint, que não são incluídos em sistemas tradicionais para o valor contabilístico na comunicação acadêmica. Em segundo lugar, estão orientados para o futuro, uma vez que utilizam dados para prever os resultados da investigação e mobilizar textos orientados para o futuro, que constituem uma promessa de publicação. Finalmente, estas plataformas baseiam seus sistemas de avaliação em algoritmos, que analisam os dados produzidos de forma distribuída por todos os usuários na plataforma. O mercado financeiro de ideias geradas por tais plataformas está fundamentalmente relacionado com a obsessão da universidade neoliberal com as métricas, bem como com a explosão do trabalho acadêmico precário.

O professor Alessandro Delfanti vem a Campinas a convite dos programas de Pós-Graduação do Departamento de Política Científica e Tecnológica, do Instituto de Geociências e de Mestrado em Divulgação Científica e Cultura, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade, em parceria com o Instituto de Estudos da Linguagem.

Serviço:

Conferência: Academia como mercado financeiro de ideias. A economia política dos meios de comunicação social para os académicos
Prof. Alessandro Delfanti (Universidade de Toronto)
Dia 17/11 das 14h00 às 16h00
Sala A da DGRN, IG/Unicamp
R. João Pandiá Calógeras, 51, Unicamp.



Ética e “pós-verdade” são os temas em debate nesta edição, que oferece 200 vagas gratuitas. Inscreva-se.

Com o objetivo de discutir a importância da ética na divulgação científica para as organizações de pesquisa e o papel do jornalismo científico na era da “pós-verdade”, incentivando o debate crítico da ética na cultura científica vigente, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realizam o 4º Encontro Mídia e Pesquisa. Com o tema “Ética em divulgação científica na era da pós-verdade”, o evento ocorre em 14 de novembro de 2017, das 9 às 15h30, no Centro de Convenções da Unicamp, em Campinas (SP).

O Encontro Mídia e Pesquisa vai reunir cientistas, professores, jornalistas e estudantes em torno de três painéis, que trarão um panorama da inserção da ética na divulgação e no jornalismo científico, além da visão de representantes da docência e do jornalismo sobre a credibilidade da informação científica e da cobertura da mídia na era das fake news. A Universidade de Oxford definiu “pós-verdade” como um termo “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais”.

Além de promover a discussão sobre a cobertura atual de ciência pela mídia, o evento, voltado especialmente a pesquisadores, profissionais de jornalismo, professores e alunos de comunicação social e jornalismo, entre outros interessados, busca debater os temas ética, credibilidade das fontes de informação, jornalismo científico, jornalismo de dados, comunicação e divulgação científica. Também serão discutidas as novas tecnologias de informação e comunicação em divulgação científica e jornalismo de dados, e como estas tecnologias podem auxiliar nos desafios que o jornalismo científico enfrenta atualmente na era da “pós-verdade”.

Programação
O Painel 1, Ética e pós-verdade, moderado pelo jornalista e professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp) Ricardo Whiteman Muniz, vai reunir três debatedores. O filósofo da Unicamp Roberto Romano discorrerá sobre “Fake news ou sofística? Uma ‘descoberta’ de algo antigo”. Em seguida, o jornalista e professor da PUC-Campinas Carlos Alberto Zanotti fala sobre “O jornalismo na era da ‘pós-verdade’”. Finalizando o painel, o jornalista Carlos Orsi (http://carlosorsi.blogspot.com.br/) tratará sobre “Fatos alternativos: um informe das trincheiras”.

O Painel 2, Credibilidade e fontes confiáveis de informação científica, moderado pela jornalista e professora da PUC-Campinas Ciça Toledo, se inicia com a presidente do Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo), jornalista Ângela Pimenta, que apresenta o “Projeto Credibilidade (https://www.credibilidade.org/): como distinguir a informação qualificada do ruído no meio digital”, seguida pelo jornalista e editor do Direto da Ciência, Maurício Tuffani, que falará sobre “O desafio do contraditório no jornalismo científico”. Para finalizar, o professor da Faculdade de Ciências Aplicadas – FCA/Unicamp (Limeira, SP) Peter Schulz discorre sobre “Os mecanismos de disfarce da má ciência”.

Na parte da tarde, o Painel 3, moderado pelo pesquisador e professor-coordenador do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/Unicamp), Rafael Evangelista, mostrará algumas das Novas plataformas tecnológicas em divulgação científica e jornalismo de dados, com três cases. “Divulgação da Ciência na Embrapa” será apresentado pelo jornalista da Secretaria de Comunicação da Embrapa (Secom) Jorge Duarte. “Jornalismo de Dados: técnicas, ferramentas e perspectivas”, pelo jornalista e editor do Estadão Dados, Daniel Bramatti e “Os desafios do jornalismo científico no ambiente colonizado digital”, a ser apresentado pela jornalista Raquel Almeida (Labjor/Unicamp).

De acordo com a comissão organizadora, “o jornalismo científico tem como desafio não só transmitir ao público leigo informações técnicas, mas promover reflexões e discussões de forma transparente e democrática, inclusive no campo da ética”. Deste modo, o evento busca principalmente promover e estimular o amplo diálogo sobre divulgação e jornalismo científico nos dias atuais e a sua importância para a popularização da ciência no País.

Veja a programação completa aqui. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet. Serão oferecidas 200 vagas e todos os participantes receberão certificados de participação. O 4º Encontro Mídia e Pesquisa é uma realização da Embrapa, por meio de suas Unidades em Campinas e Jaguariúna (SP): Gestão Territorial, Informática Agropecuária, Meio Ambiente, Monitoramento por Satélite, e Produtos e Mercado – Escritório de Campinas, em parceria com a Secretaria de Comunicação e o Labjor da Unicamp.

Serviço
4º Encontro Mídia e Pesquisa
Data: 14 de novembro de 2017
Horário: 9 às 15h30
Local: Centro de Convenções da Unicamp. Avenida Érico Veríssimo, 300, Barão Geraldo, Campinas, SP.

Eliana Lima (MTb/SP 22.047)
Embrapa Meio Ambiente

Telefone: (19) 3311-2748

Nadir Rodrigues (MTb/SP 26.948)
Embrapa Informática Agropecuária

Telefone: (19) 3211-5747

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/



Lançado no dia 18 de outubro de 2017, na Unicamp, o livro sobre o desastre de Mariana (MG) e seus desdobramentos está agora disponível para download em pdf, no site do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade, na seção de livros. Como se trata de uma produção acadêmica, não será comercializado. Muitas imagens foram cedidas pela Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de Minas Gerais (ARFOC-MG).

O livro foi elaborado por 35 alunos da disciplina Linguagem: Jornalismo, Ciência e Tecnologia, sob a orientação da jornalista e professora do Labjor/IEL/Unicamp, Graça Caldas. A edição final é das jornalistas Graça Caldas e Adriana Menezes, o projeto gráfico e editoração de Fabiana Grassano e a edição de fotografia de Camila Brunelli. Com 352 páginas amplamente ilustradas, o livro está organizado em sete capítulos: Meio Ambiente, Política e Economia: uma difícil equação; A vida antes da tragédia; Da água para a lama; Viagem ao epicentro; O desastre ambiental: Vozes e visibilidade; Memória e esquecimento.

“Vozes e silenciamentos em Mariana: crime ou desastre ambiental?” conta a trajetória, antecedentes e desdobramentos do derramamento de rejeitos da barragem de Fundão, da empresa Samarco, sobre os subdistritos de Mariana, no dia 5 de novembro de 2015, provocando a morte de 19 pessoas e causando impactos sociais e ambientais que se estenderam por 40 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, até chegar ao Oceano Atlântico. Esta é uma história para não ser repetida ou esquecida.



Projeto ‘Matemática no ar’ será transmitido via Web Rádio Unicamp

Matemática ou matemáticas? Pesos e medidas. Mulheres. Mudanças climáticas, evolução. Algoritmos. Esses são alguns dos assuntos que fazem parte de “Matemática no ar”, programação de entrevistas e spots – narrativas curtas e informativas – que vai ao ar entre 23 e 27 de outubro, via Web Rádio Unicamp (bit.do/webRadio). O projeto é uma realização do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e integra a 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), cujo mote é “A Matemática está em tudo”.

As entrevistas serão transmitidas ao vivo do estúdio, sempre às 10 horas, trazendo pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. No dia 23 (segunda-feira), Jefferson Mariano (IBGE) e Julio Stern (IME/USP) falarão sobre a presença da estatística no cotidiano. Priscila Coltri (Cepagri/Unicamp) e Flávia Marquitti (IFGW/Unicamp) discutirão os usos da modelagem matemática no dia 24 (terça-feira). A presença das mulheres nas Exatas será abordada por Sandra Santos (IMECC/Unicamp) e Flávia Roberta Silva (IBM) no dia 25 (quarta-feira). Os algoritmos ficarão por conta de Alan Godoy Mello (CPqD) e Rafael Evangelista (Labjor/Unicamp), no dia 26 (quinta-feira). Por fim, no dia 27 (sexta-feira), Denise Vilela (DME/Ufscar) e Antonio Miguel (FE/Unicamp) debatem a possibilidade de pensarmos em matemáticas, no plural.

Também fazem parte do projeto spots sobre curiosidades da matemática, que serão distribuídos pela programação da Web Rádio Unicamp ao longo da SNCT. Os assuntos vão desde o funcionamento dos jogos de loteria até a origem do zero, passando pela importância da lógica, a invenção do sinal de igual (=), a história da revolta do Quebra-Quilos, e a trajetória de Jacob Palis, matemático brasileiro homenageado na SNCT 2017.

A proposta de “Matemática no ar” é trazer à tona discussões e reflexões sobre a presença da matemática em tudo, nas relações sociais, na formação de identidades e culturas. Os áudios das entrevistas e dos spots também serão disponibilizados em formato de podcast, para que o público possa escutar on-line e via dispositivos móveis. O material poderá ser usado também por professores de diversas áreas.

O projeto ainda conta com a parceria do PHALA (Grupo de Pesquisa em Educação, Linguagem e Práticas Culturais), da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, e da Web Rádio Unicamp, além do apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do MCTIC e do Governo Federal. As informações sobre o “Matemática no ar” podem ser conferidas em oxigenio.comciencia.br.

 

SNCT 2017 na Unicamp

Outras ações da Unicamp integram a SNCT 2017. O PHALA, em parceria com o Labjor, produziu o projeto “matemáticaS”, um conjunto de cinco vídeos em animação que aborda os saberes da matemática presentes na maneira como medimos o tempo, nos localizamos nos espaços, delimitamos territórios, entre outras práticas presentes em sociedades e culturas. Também na Faculdade de Educação, oficinas para professores de Matemática, com diversas ferramentas e propostas de ensino, serão oferecidas pelo Gepemai, o Grupo de estudos e pesquisas em Educação Matemática nos/dos Anos Iniciais.

O Museu Exploratório de Ciências e o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) também contarão com atividades especiais durante a semana. As informações sobre a SNCT 2017 na Unicamp podem ser acompanhadas em www.prp.unicamp.br/snct2017. Já a programação de todo o Brasil está disponível em www.snct.mctic.gov.br.

 

Programação “Matemática no ar”

– 23 de outubro, segunda-feira, 10h: Estatística no cotidiano

Com Jefferson Mariano (IBGE) e Júlio Stern (IME-USP)

– 24 de outubro, terça-feira, 10h: Modelagem matemática

Com Priscila Coltri (Cepagri/Unicamp) e Flávia Marquitti (IFGW/Unicamp)

– 25 de outubro, quarta-feira, 10h: Mulheres nas Exatas

Com Sandra Santos (IMECC/Unicamp) e Flávia Roberta Silva (IBM)

– 26 de outubro, quinta-feira, 10h: Algoritmos

Com Alan Godoy Mello (CPqD) e Rafael Evangelista (Labjor/Unicamp)

– 27 de outubro, sexta-feira, 10h: De que matemática estamos falando?

Com Denise Vilela (DME/Ufscar) e Antonio Miguel (FE/Unicamp)

 

Spots: Download no site

O sinal de igual sempre existiu?

De onde vem o zero?

Jacob Palis, um grande matemático brasileiro

Qual a Lógica disso?

Loteria, haja fé!

A revolta…

 

Contato:

Oxigênio – oxigenionoticias@gmail.com

Simone Pallone – spallone@unicamp.br



Dia 18 de outubro será lançado o livro Vozes e silenciamentos em Mariana: crime ou desastre ambiental?, com debate de especialistas. A obra foi organizada pela jornalista e pesquisadora Graça Caldas, com textos de 35 alunos do Labjor.

O debate trará questões sobre os múltiplos efeitos do desastre de Minas Gerais, em seus aspectos ambientais, sociais, políticos, econômicos, históricos e midiáticos. A mesa-redonda será composta pelo biólogo Carlos Joly (IB/Biota-Fapesp – Unicamp), os sociólogos Roberto do Carmo (IFCH/Nepo – Unicamp) e Olga von Simson (FE/Centro de Memória – Unicamp), e o jornalista Mateus Parreiras, do jornal O Estado de Minas, premiado pela cobertura do rompimento da barragem.

O livro, em formato digital (ou impresso sob demanda), examina o desastre, seus antecedentes e desdobramentos. Com 352 páginas amplamente ilustradas, tem sete capítulos: Meio ambiente, Política e economia: uma difícil equação; A vida antes da tragédia; Da água para a lama; Viagem ao epicentro; O desastre ambiental: vozes e visibilidade; Memória e esquecimento. A edição final é das jornalistas Graça Caldas e Adriana Menezes, o projeto gráfico e editoração de Fabiana Bressano e a edição de fotografia de Camila Brunelli.

Uma história para não ser esquecida

Dia 5 de novembro, o rompimento da barragem do Fundão da empresa de mineração Samarco, em Bento Rodrigues, Mariana (MG), completará dois anos. O desastre ambiental, considerado pelos especialistas como o maior do Brasil, deixou um saldo de 19 mortes e afetou a vida de toda a comunidade local, que até hoje espera por promessas não cumpridas.

Programação

Local: Auditório do DGA (Diretoria Geral da Administração) da Unicamp.

14h30 – Abertura do evento
Carlos Vogt (coordenador do Labjor)
Ana Carolina de Moura Delfim Maciel (Cocen)
Simone Pallone (Nudecri/Labjor)
Graça Caldas (Labjor)

15h00 – Mesa-redonda de apresentação do livro
Graça Caldas
Adriana Menezes
Fabiana Grassano
Camila Brunelli

15h20 – Café

15h30 – Mesa-redonda “Os múltiplos efeitos de Mariana”
Efeitos ambientais: Carlos Joly (IB-Unicamp/Biota)
Efeitos sociais: Roberto do Carmo (IFCH/Nepo-Unicamp)
Efeitos de memória: Olga Von Simson (FE e Centro de Memória-Unicamp)
Efeitos na mídia: Mateus Parreiras (O Estado de Minas)

17h às 18h – Debate e encerramento

Evento do Facebook



As provas para o concurso para preenchimento de uma vaga para Pesquisador PqC no Labjor, na área de Percepção Pública da Ciência, terão início amanhã, dia 6 de novembro de 2017, a partir das 8h30, no prédio do Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb), do Nudecri (Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade), da Unicamp.

O concurso começa às 8h30 impreterivelmente. A sequência de atividades do primeiro dia é a seguinte:

Dia 06/11/2017, no Prédio do Labeurb, às 8h30, a banca examinadora se reunirá e os candidatos irão se apresentar para o concurso público, assinando a lista de presença. Às 9h00 haverá o sorteio do ponto da prova escrita realizado por dois membros da Banca Examinadora na presença dos/as candidatos/as. Das 10h00 às 13h00, será realizada a prova escrita, eliminatória e classificatória.

O Labeurb fica na Rua Caio Graco Prado, nº 70. O mapa pode ser conferido aqui.

As provas serão realizadas nos dias 6, 7 e 8 de novembro, nas duas unidades do Nudecri. Os candidatos farão as provas no prédio do Labeurb (prova escrita e apresentação de projetos) e as reuniões da Banca Examinadora serão nas dependências do Labjor e do Labeurb. As atividades terão sempre o início às 8h30, sem previsão de horário para encerramento.

Os candidatos que tiveram a inscrição homologada devem verificar as informações no edital que pode ser acessado aqui.



Confira as inscrições homologadas no Processo Seletivo 2017/2018 do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural IEL/Labjor.



Entre 23 de setembro e 26 de novembro, Cristiane Delfina Duarte integrará a equipe internacional a bordo do navio Joides Resolution. A navegação será entre a Tasmânia e a costa australiana, e o objetivo é estudar o período Cretáceo e as dinâmicas oceânicas da região.

A expedição faz parte do International Ocean Discovery Program (IODP), uma colaboração de 23 países para pesquisas a bordo de plataformas científicas marítimas, coletando dados de sedimentos e rochas e monitorando os ambientes abaixo do solo oceânico. O programa utiliza três navios de alta tecnologia fornecidos por instituições internacionais e é financiado por cinco agências, incluindo a Capes, no Brasil.

Cristiane Delfina participará da expedição 369 do International Ocean Discovery Program

Os 23 países participantes enviam projetos e cientistas para as expedições, e Cristiane foi a selecionada para a vaga de divulgação científica da expedição 369. Ela cursou mestrado em divulgação científica e cultural pelo Labjor e em prática documental pela Brunel University, financiada pelo programa britânico de bolsas Chevening. No currículo, tem ainda a realização de documentários no Brasil, Inglaterra e Islândia, com participação em festivais nacionais como a mostra VerCiência, e internacionais, como Cannes Short Film Corner. Em Cannes, levou o documentário A mulher original, sobre a arqueóloga Niède Guidon – filme que fez parte do seu projeto de mestrado no Labjor.

“Quando tive conhecimento da expedição IODP 369 Australia Cretaceous Climate and Tectonics fiquei encantada com a possibilidade de me envolver intensamente em um projeto tão grandioso e pôr em prática tudo que venho estudando e trabalhando há anos. Vou imergir (espero que não literalmente) no misterioso e codificado mundo de cientistas do mundo todo, laboratórios e procedimentos que podem trazer respostas sobre o passado, presente e futuro de nosso planeta. Minha experiência acadêmica e profissional no Labjor me formaram para uma oportunidade como essa, e foi com as pessoas que conheci ali, com o que aprendi, e minha dedicação ao mestrado e às oportunidades que tive nas revistas ComCiência e ClimaCom que pude conquistar esse e outros espaços importantes para minha carreira”, diz.

Às vésperas da viagem, Cristiane observa o aumento de prestígio da área de divulgação. “Vem muito trabalho pela frente. A inclusão de uma agente de divulgação científica na expedição é o reconhecimento e que a propagação é realmente importante para se fazer conhecer, entender e valorizar a produção científica. Será uma grande responsabilidade. Existe muito para se dizer sobre uma expedição paleontológica, e com certeza o Brasil vai aproveitar esse conhecimento”, completa.

A equipe de atividades educacionais e de divulgação da expedição fará transmissões ao vivo. Qualquer escola que tenha os equipamentos básicos necessários para a transmissão pode agendar uma interação com os cientistas em alto mar. Basta acessar o link – ao final das orientações em inglês estão as em português.

Acompanhe as atividades da equipe em:

Instagram: @joides_resolution
Facebook: joidesresolution
http://www.joidesresolution.org/

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