Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil
A Fundação Roberto Marinho encomendou à equipe do Labjor a produção e edição dos 18 capítulos do livro Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil, publicado com o apoio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp). O lançamento oficial ocorreu em Brasília, em 17 de novembro de 2003, com a presença de grande parte dos premiados.
A narrativa é escrita de forma simples, direta e envolvente, contando a história de vida dos premiados. O texto tem como enfoque principal o papel que o Prêmio teve na vida de cada um, seja no instantâneo da cerimônia de premiação, na expectativa do seu recebimento ou, ainda, no desdobramento que o reconhecimento de sua pesquisa teve para destino profissional e pessoal.
O Prêmio Jovem Cientista, instituído em 1981, é uma iniciativa do Grupo Gerdau, do CNPq, da Fundação Roberto Marinho e da Eletrobrás/Procel.
Percepção Pública da Ciência
O objetivo do projeto Percepção Pública da Ciência, que passou a ser desenvolvido durante o ano de 2003 com apoio da Fapesp, é avaliar as atitudes do público diante da produção de ciência e como a sociedade percebe a ciência e a tecnologia. A pesquisa, foi realizada em 2002/2003, por iniciativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e da Rede Ibero-Americana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (Ricyt/Cyted), em cidades de quatro países ibero-americanos, para que fosse feita uma análise para entender a imagem que as pessoas têm da Ciência e Tecnologia.
Com o título de Percepção Pública da Ciência, o trabalho foi publicado em novembro de 2003 pela Editora da Unicamp, com apoio da Fapesp. O livro, em português e espanhol, foi organizado por Carlos Vogt, coordenador do Labjor, e por Carmelo Polino, responsável pela área de programas horizontais e projetos do Centro de Estudos sobre Ciência, Desenvolvimento e Educação Superior da Argentina.
Foram entrevistadas 162 pessoas no Brasil (na cidade de Campinas), 300 na Argentina (em Buenos Aires), 150 no Uruguai (em Montevidéu) e 150 na Espanha (em Salamanca e Valladolid). A pesquisa brasileira foi conduzida por integrantes do Labjor. Verificou-se que 72% das pessoas entrevistadas concordam que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia é o principal motivo da melhoria da qualidade de vida da sociedade. No entanto, essa imagem positiva não domina o imaginário social, uma vez que 85,9% duvidam que a ciência e a tecnologia possam solucionar todos os problemas.
Os responsáveis pelo levantamento ressaltam que os dados obtidos não podem ser generalizados para a totalidade dos países em que foram feitos. Não foi esse o objetivo da pesquisa, que pretendeu buscar uma "aproximação aos diversos fatores sociais ou culturais (e não só cognitivos) que influem na representação pública da ciência e da tecnologia". O Labjor continua trabalhando com os resultados, mesmo após a publicação do livro.
Produção e Circulação do Conhecimento: Estado, Mídia, Sociedade
Apresenta resultados de pesquisas desenvolvidas no projeto Núcleo de Jornalismo Científico - Pronex que se ocupa dos estudos das políticas científicas no Brasil, e da circulação social do conhecimento, com especial atenção para o Jornalismo Científico. Traz uma reflexão sobre as relações entre o Estado, a produção de conhecimento e a mídia.
A Imprensa em Questão
O livro é resultado do seminário A Imprensa em Questão, realizado pelo Labjor. Nele, a imprensa é vista de diferentes lugares filosóficos, epistemológicos, políticos, sociais e profissionais por personalidades com papel fundamental dentro do processo de desenvolvimento da imprensa e da formação de opinião no país.
Seminários de Comunicação Banco do Brasil em parceria com Labjor
