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   Mestrado - Eventos

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III multiTÃO: experimentações, limites, disjunções, artes e ciências...

17 a 19 de outubro de 2011

Organização: Labjor e FE-Unicamp

(Local - auditório do IEL e salão nobre FE - Unicamp)
 
PROGRAMAÇÃO COMPLETA

André Parente
ESTEREOSCOPIA
INSTALAÇÃO INTERATIVA, 2005

INSTALAÇÃO INTERATIVA BASEADA EM DUAS IMAGENS DE UM CASAL QUE SE OLHA, EM CAMPO/CONTRA-CAMPO. UM ZOOM INFINITO QUE ENVOLVE A IMAGEM DE DUAS PESSOAS FOTOGRAFADAS EM CAMPO-CONTRA/CAMPO (DISPOSITIVO PRINCIPAL DA REPRESENTAÇÃO AUDIOVISUAL) REPRODUZINDO, CONCEITUALMENTE, A SITUAÇÃO DE UMA IMAGEM FRACTAL (A PARTE CONTÉM O TODO).
André Parente (www.andreparente.net) é pesquisador do audiovisual e das novas tecnologias da imagem. Obteve seu doutorado em cinema e filosofia pela Universidade de Paris VIII, onde estudou sob a orientação do filósofo Gilles Deleuze (1982-87). Em 1991 fundou o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-imagem) da UFRJ. De 1977 a 2009 realiza inúmeros vídeos, filmes, instalações e dispositivos, mostrados no Brasil e no exterior (Espanha, França, Alemanha, Suécia, México, Argentina, Colômbia, Canadá, Reino Unido etc), entre eles o Visorama (www.eco.ufrj.br/visorama). Dos seus principais livros, destacamos: Imagem-máquina (1993); Sobre o cinema do simulacro (1998); O virtual e o hipertextual (1999); Narrativa e modernidade: os cinemas não-narrativos do pós-guerra (2000); Tramas da rede (2004); Cinéma et narrativité (2005), Preparações e tarefas (2008), Cinema em trânsito (2011). E-mail: andresouzaparente@gmail.com

 

Clélia Mello
Mobili in Mobilis
INTERVENÇÃO IMAGÉTICA QUE ABRANGE FRAGMENTOS VISUAIS PROJETADOS PARA ALÉM DA MOLDURA EM DESNARRATIVAS FLUIDAS. TRATA-SE DE UMA EXPERIMENTAÇÃO REFLEXIVA SOBRE A EFEMERIDADE E O MATERIALISMO DO INCORPORAL, ATRAVÉS DA RELAÇÃO DIALÓGICA ENTRE TEMPO E MOVIMENTO EM ESPAÇOS EXPANDIDOS.

Clélia Mello tem doutorado pela Universidade de São Paulo (2001) e pós-doutorado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Atualmente é professora da Universidade Federal de Santa Catarina, líder do Grupo de Pesquisa “Arte e Mestiçagens Poéticas” (CNPq/UFSC) e membro do Grupo de Pesquisa “Estudos Visuais” (CNPq/UNICAMP). Atuação artística: cinema expandido, arte digital, encenação, performance e arte urbana. E-mail: cleliamello@gmail.com

 

iam campigotto
FANTASMAS
2008 – 2010
AUTO-RETRATOS PERFORMÁTICOS MANIPULADOS DIGITALMENTE, CRIANDO UMA REALIDADE FANTÁSTICA E, POR VEZES, OBSCURA. A SÉRIE FOI EXPOSTA SEPARADAMENTE AO LONGO DOS ANOS E PELA PRIMEIRA VEZ SERÁ APRESENTADA POR COMPLETO.

Iam Campigotto fotografa desde 2006, primeiro com uma câmera de celular que resultou na série "Sonhos" e depois com uma pequena câmera compacta lhe gerou vários trabalhos. Hoje estuda artes visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e produz vídeos, performances e fotografias. A série, “Fantasmas” é fruto de uma produção desenvolvida desde 2008, composta por auto-retratos e performances diante da câmera.

 

Marta Strambi
NanoSinapses
Animação digital, 2010












“NANOSINAPSES” TRABALHA EM DIREÇÃO AOS CONCEITOS DE CÉREBRO ARTIFICIAL E DE SINAPSES, RELACIONANDO SUPERFÍCIES DO CÉREBRO HUMANO, POR MEIO DE PORMENORES, À SUPERFÍCIE NANO DO OURO. COM O LADO DIREITO DO CÉREBRO “NANOSINAPSES” SIMULA ANIMAÇÕES CONEXAS AO CÓDIGO IMAGÉTICO DO NANOOURO. PAR A PAR COM ESSAS SUPERFÍCIES “NANOSINAPSES” REPROGRAMA UM NOVO MODO FICCIONALMENTE SUSTENTADO PELOS NANOESPAÇOS DE SIGNIFICAÇÃO, CUJA MEMÓRIA SE ESTABELECE NO PROCEDIMENTO DE APROPRIAÇÃO – DAS PESQUISAS DA CIÊNCIA, NA TENTATIVA DE ERGUER ESSE “NOVO CÉREBRO”. DA MIMESE COMETIDA, AS SINAPSES COPIAM A CONDUTIVIDADE CEREBRAL, PORÉM POR MEIO DAS NANOPARTÍCULAS DESCOBREM SINAIS DESSE NOVO TRANSISTOR PESQUISADO PELA UNIVERSIDADE DE LILLE NA FRANÇA E BATIZADO COM O NOME DE NOMFET – NANOPARTICLE ORGANIC MEMORY FIELD-EFFECT TRANSISTOR. ESSAS NANOPARTÍCULAS DE OURO SIMULAM UMA SINAPSE.
“NANOSINAPSES” EVOCA LIGAÇÕES ENTRE DUAS DIFERENTES TOPOLOGIAS AO ADENTRAR-SE NO CAMPO DA ARTE. A SUPERFÍCIE ADQUIRIDA POR VARREDURA ELETRÔNICA DO OURO ASSOCIA-SE E SE FUNDE À SUPERFÍCIE TRANSDUTORA DO CÉREBRO, QUE POR COMPLEXIFICAÇÃO GERA DISPOSITIVOS DE TRANSMISSÃO E INFORMAÇÃO, COMO TOPOS METAFÓRICO DE CONEXÕES.

Marta Strambi é artista, doutora e mestre em artes. Integra o Grupo “Estudos Visuais” (CNPq) da Unicamp. E-mail: martastrambi@gmail.com

 

Mauricius Farina
Rumpled Nano
ONDE HABITAM AS MOLÉCULAS E AS PARTÍCULAS, A NANO ESCALA ARTICULA UM OUTRO AMBIENTE: O PROFUNDO ESCURO DAS MEDIDAS ONDE AS REFERÊNCIAS USUAIS SE PERDEM E O CONTINGENTE DAS PAISAGENS SE ABRIU AO AVESSO. ELEGI A SUBSTANCIALIDADE DOS AMASSAMENTOS E DOS CORTES COMO FIGURA DE UMA MEMÓRIA MEDIADA PELOS PROCESSOS DE UM GRANDE ARQUIVO, UMA ESPÉCIE DE IMAGENS PARTINDO DOS IMPULSOS EXPRESSIVOS E DE UMA DIMENSÃO TOPOLÓGICA REFUNDADA PELO CONHECIMENTO CIENTÍFICO. TRATO DE UMA PAISAGEM MERGULHADA PELA TRANSDUÇÃO, QUANDO AS IMAGENS APRESENTAM PULSÕES DE LABIRINTOS PARTINDO DE UM UNIVERSO NANO COMO PAISAGENS DE RE-FOTOGRAFIAS, BUSCANDO REPRESENTAR O INVISÍVEL E O EXPRIMÍVEL.
Mauricius Farina
é doutor em ciências da comunicação pela ECA/USP, 2003. Mestre em Multimeios pela Unicamp, 1997. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes, Unicamp. Editor associado da revista eletrônica Studium da Unicamp. Autor de inúmeros artigos entre os quais, se destaca "Descolamentos e Circularidade; o original é a cópia", publicado pela revista Significação nº 31 (ANNABLUME/USP). Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas sendo as mais recentes (2011): a 16° Bienal de Cerveira, Fundação Bienal de Cerveira, Cerveira, Porto e Vigo; III SIACPF, Salón Internacional del Arte Contemporáneo del Pequeño Formato AIBACC,  Barcelona; 20ª Arte BA, Galeria Lemos de Sá, La Rural, Buenos Aires; 2ª a 5ª edição Free Art Fest I, CDC Patriarca, Galeria Mônica Filgueiras, São Paulo; Free Art Fest I, Galeria Mônica Filgueiras, São Paulo. E-mail: mauriciusfarina@gmail.com

 

Marli Wunder
Natureza reflexa
A NATUREZA ESCONDIDA É REVELADA EM FOTOGRAFIAS. UM MOVIMENTO QUASE CIENTÍFICO REALIZADO PELA FOTOGRAFIA DE DAR A VER O INVISÍVEL COMO ESPELHO DE UMA REALIDADE NÃO CONHECIDA: O FLORESCER DA ALCACHOFRA, PRODUZINDO O EFEITO DE UMA RESPOSTA REFLEXA, RÁPIDA, INVOLUNTÁRIA E CORRESPONDENTE ENTRE IMAGEM E REALIDADE. OS CORTES EXPÕEM FIGURAS SIMÉTRICAS, DEIXAM VAZAR EDIÇÕES E LESÕES NA NATUREZA REFLEXA DAS FOTOGRAFIAS. REFLEXOS EXAGERADOS, EXCESSIVOS. MULTIPLICAÇÃO DA NATUREZA-FOTOGRAFIA EM FRAGMENTOS COLORIDOS. CALEIDOSCÓPIOS DE LUZES E TEMPOS QUE SE DESDOBRAM EM OUTROS MUNDOS.

Marli Wunder é fotógrafa e seu trabalho é uma extensão de sua trajetória de mais de 20 anos nas artes plásticas.  Sua formação inicial em fotografia deu-se com Otávio Mourão em Campinas, no período de 1999 a 2001. Complementou sua formação em cursos com Mário Ramiro, Rogério Gomes e Gal Oppido. Realizou várias exposições coletivas e individuais, bem como cursos direcionados a professores e publicações na área da educação. Participa, como artista convidada, de projetos de pesquisa e extensão na Unicamp, tais como: a Exposição “Num dado momento: biotecnologias e culturas em jogo” realizada na CIS Guanabara, Campinas (2009) pelo Grupo de Pesquisa “multiTÃO: prolifer-artes subvertendo ciências e educações” (CNPq), do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp e Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs); e projeto “Fabulografias em áfricas-cartões-postais” (Faepex) realizado pela Faculdade de Educação e Labjor da Unicamp (2011).

 

Coletivo multiTÃO 2011



TELA APÓS TELA, PÁGINA APÓS PÁGINA, CARTADAS OBSESSIVAS DE IMAGENS QUE QUEREM DIZER DE UM OBJETO: AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS. QUE DESEJAM SER ILUSTRAÇÕES PERFEITAS, EXPLICAÇÕES CONVINCENTES, QUE GANHAM STATUS DE DIGNAS REPRESENTANTES. FOTOGRAFAM A VIDA. SALTAMOS DE UMAS PARA OUTRAS E ENCONTRAMOS UM TEMPO CONTÍNUO E HOMOGÊNEO EM QUE SE INSINUAM AS NARRATIVAS DE UM JOGO DADO. CONVIDAMOS O PÚBLICO A EXPERIMENTAR ESSAS IMAGENS COMO CARTAS DE UM JOGO EM QUE AS NARRATIVAS DE PASSADO E FUTURO GRUDAM NAS IMAGENS E ARRASTAM A VIDA NUM REDEMOINHO DE SIGNIFICAÇÕES. LANCES QUE INSISTEM NAS DUALIDADES ENTRE AS FORÇAS DO BEM E DO MAL E QUE SÃO CAPTURADOS POR UMA CÂMERA INVISÍVEL, DE MODO QUE AS JOGADAS PARECEM INFLUENCIAR NO TEMPO PROJETADO NA TELA. MAS QUE TEMPO É ESSE? UM TEMPO EM QUE AS PALAVRAS NÃO CAPTURAM AS IMAGENS, EM QUE AS IMAGENS NÃO CAPTURAM AS PALAVRAS, SUBMETIDAS QUE ESTÃO A UMA VENTANIA DEVASTADORA. UM TEMPO ESVAZIADO DE NARRATIVAS, ILUSTRAÇÕES, EXPLICAÇÕES. QUASE UM TEMPO SEM TEMPO. UM TEMPO FURACÃO, DEVASTADOR E VIOLENTO. QUE VIDA PULSA DESSE FURACÃO DE PALAVRAS-IMAGENS?

O coletivo multiTÃO envolve grupos distintos que se reúnem para produzir artefatos artísticos de divulgação científica. Esta obra foi produzida com a participação de Thiago La Torre (artista visual, formado pelo Instituto de Artes (IA) da Unicamp), Tainá de Luccas (mestranda em Divulgação Científica e Cultural no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) e Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp), Elena Manbrini de Oliveira (da E. E. Prof. Antonio Alves Aranha e bolsista PICJr), Fernanda Silva Avelar (da E. E. Escritora Rachel de Queiroz e bolsista PICJr), Hélen Caroline da Silva Camillo (da E. E. Guido Segalho e bolsista PICJr), Tainá Cristine Chicão (da E. E. Adoniram Barbosa e bolsista PICJr), Mariana Barbosa (da E. E. Prof. Israel Schoba e bolsista PICJr), Luana Lopes (graduanda em antropologia do IFCH-Unicamp e bolsista SAE de iniciação científica no Labjor-Unicamp), Ricardo Aguiar (graduando em biologia na Unicamp e estagiário no Labjor-Unicamp) e Susana Dias (pesquisadora do Labjor-Unicamp, doutora em conhecimento, linguagem e arte pela FE-Unicamp e líder do Grupo de Pesquisa “multiTÃO: prolifer-artes subvertendo ciências e educações” (CNPq)). E-mail: multitaocorrespondance@gmail.com

 
 
 
 
 
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