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   Mestrado - Eventos

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III multiTÃO: experimentações, limites, disjunções, artes e ciências...

17 a 19 de outubro de 2011

Organização: Labjor e FE-Unicamp

(Local - auditório do IEL e salão nobre FE - Unicamp)

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

SEGUNDA-FEIRA
17/10 (Auditório do IEL-Unicamp)
9:00 às 9:30
ABERTURA: multiTÃO imagens

Produções imagéticas dos projetos desenvolvidas pelo grupo: multiTÃO: prolifer-artes subvertendo ciências e educações (CNPq)

Sintaxes inflamadas, Sheyla Macedo (ensaio fotográfico)
Cores secas
, Fernanda Pestana (ensaio fotográfico)
Cores secas em imagens de ciência
, Fernanda Pestana (vídeo)

 

9:30 às 11:30
EXIBIÇÃO
Ways of seeing
(31') - primeiro dos quatro programas que John Berger produziu para a BBC, em 1972
 

CONFERÊNCIA: A arte enquanto «normal respiração da inteligência»
Prof. Dr. Eduardo Pellejero (UFRN)
Mediadora: Profa. Ms. Vivian Marina Redi Pontin (IFCH/Labjor-Unicamp)

Ora em virtude do progresso técnico (Benjamin), ora pelas mudanças operadas ao nível dos regimes de identificação (Rancière), ora pelo definhar das grandes narrativas (Danto), a arte já não se manifesta essencialmente para nós inscrita no contexto do culto ritual, mágico, religioso ou político. Porém, a cultura, na medida em que apela a conceitos transcendentes como espírito, civilização ou humanidade, tende a interpor-se entre nós e a arte, operando uma rara forma de mistificação secular, entre cujos principais efeitos se contam a desconfiança popular à respeito da criação artística, a forclusão geral das capacidades estéticas e a celebração vazia das obras consagradas. Retomando algumas formas menores da política da poética (Barthes, Borges, Blanchot, Berger), tentaremos repensar uma forma diferente de funcionamento da arte que, aquém da sua cooptação pelos dispositivos culturais, articule a crítica do culto da arte e a utopia imanente da emancipação estética.

Eduardo Pellejero é doutor em filosofia contemporânea pela Universidade de Lisboa (Portugal, 2006), atualmente é professor de Estética na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e desenvolve pesquisa no domínio da filosofia (política) da ficção. Publicou, entre outras coisas: A postulação da realidade (Lisboa: Vendaval, 2009) e Deleuze y la redefinición de la filosofía (México: Jitanjáfora, 2007). E-mail: edupellejero@gmail.com

 

11:30 às 12:30

Apresentações Livres

 

14:00 às 15:30

CONFERÊNCIA: (des)cartAR (t)em sentido?
Profa. Dra. Elenise Andrade (Uefs)
Mediador: Prof. Ms. Renato Salgado de Melo Oliveira (Labjor-Unicamp)

Descartar o que não tem sentido, o que não é consenso, o que é errado, o que não tem funcionalidade. E se Paulo Leminsky tiver razão: fica o que não se escreve? Que descarte poderia acontecer com a escrita e as imagens em educação e divulgação científica se ARejado fosse o sentido ter (e agora, quem aqui falaria com toda o status da razão fosse Mestre Yoda)? ARes que se expressam ao escorrer. EscritapesquisAR experimentando junto a conceitos de Gilles Deleuze e outros leitores/as do filósofo, roubando deles/as sua força-pensamento... Dis-per-são que pretende, em sua insustentável leveza, (des)pensar fixações por movimentos em fuga. Não um jogar fora, um abandono, mas um des-cartAR, por de lado cartas que podem ser colocadas em jogo de outros modos; ca(r)tar o descarte por imagens e escritas que (des)carregam uma traduzibilidade ilimitada e sempre indefinida até que, nesta ou naquela circunstância, encontrem um leitor; quem sabe um leitor alheio às fronteiras, aos limites, esse que faz suas misturas não homogêneas, suas combinações que não pretendem unificar. Imagens que nos levam a extremos: o invisível, o indizível, o impensável... sendo criado um intervalo, um entre-imagem do qual podem emergir movimentos para o pensamento desde dentro de um incessante modelo representacional, da imprescindibilidade do registro, da confiabilidade da comunicação, das imagens, escritas e pesquisas a explicarem e ilustrarem o mundo. Cartas caóticas que vêm e vão. Viajam. Convidam... LançAR questões que se entrelaçam ao projeto de pesquisa “Fotografias a entrelaçar saberes e culturas através de cotidianos que (se) ex-pressam”, CNPq, edital Universal/2010:  Que cotidianos (se) esgotam em um ignorAR? Que cotidianos permitem-(se) experimentar por essas andanças, contemplações, escritas, criptas, imagens em educação e divulgação científica? IgnorAR também entendido como potência do deixAR-se contemplar, pensar, acontecer, necessitar viver. RespirAR. Uma outra proposta metodológica, que é também, e ao mesmo tempo, estética. A ação política não se funda apenas no estar ou não de acordo com o que se enuncia, mas em uma certa forma de lidar com o sentido e com a linguagem, na busca de um dizer/pensar que se aproxime do aberto, do imprevisível e do ficcional, fissurando a força da representação que mora na linguagem (que faz da linguagem morada e do sujeito o guardião e intérprete). Uma poética que manifesta uma força política não sujeita a sentidos translúcidos, dados e estabelecidos. Descartados? E as cartas (de amor) têm sentido? O que sentem? Os soldados e bombeiros têm posição de sentido: D-i-r-e-i-t-a, v-o-l-v-e-r-! E-s-q-u-e-r-d-a, v-o-l-v-e-r-! E (des)cartAR, (t)em sentido?

Elenise Cristina Pires de Andrade é mestre e doutora em educação pela Faculdade de Educação da Unicamp. É professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), e do Mestrado em Educação no mesmo departamento. Pesquisadora líder do Grupo multiTÃO: prolifer-artes sub-vertendo ciências e educações (CNPq), pesquisadora do Labjor-Unicamp e pesquisadora convidada do OLHO – Laboratório de Estudos Audiovisuais da FE-Unicamp. Coordena o projeto de pesquisa Fotografias a entrelaçar saberes e culturas através de cotidianos que (se) ex-pressam (CNPq); participa e sub-coordena o projeto de pesquisa Escritas, imagens e ciências em ritmos de fabul-ação: o que pode a divulg-ação científica? (MCT/CNPq Nº 14/2009). E-mail: nisebara@gmail.com

 

16:00 às 17:30

CONFERÊNCIA: A pesquisa como experiência, e o desafio das grafias
Profa. Dra. Suely Kofes (IFCH-Unicamp)
Mediadora: Profa. Dra. Marta Kanashiro (Labjor-Unicamp)

No poema, Os deslimites da palavra, Manoel de Barros sugere que o encontro com as melhores surpresas está nos desvios, e que haveria apenas "saber errar bem o seu idioma". Não é incomum encontrar na antropologia algo similar, menos poético, talvez, no "encontro-desvio" entre convenção e invenção. Com estas inspirações pretendo explorar os efeitos de desviar a pesquisa do método para inventá-la como experiência, perguntando em seguida como este deslocamento desafia a convenção de sua escrita.
Suely Kofes é
antropóloga, professora de antropologia no departamento de Antropologia do IFCH-Unicamp. E-mail: suelykfs@yahoo.com

 

TERÇA-FEIRA

18/10 (Auditório do IEL-Unicamp)

9:00 às 9:30

PERFORMANCE: Crueza
Juliana D`Urso Hebling

No Japão, enquanto era possível, as mães levavam para a lavoura seus filhos nas costas em cestos de palha. Quando as crianças ficavam de um tamanho que elas não aguentavam mais, deixavam-nas em casa, amarradas em pilares, para que não saíssem e corressem perigo. Ao lado delas, as mães deixavam arroz e água. Na ausência de possibilidades, depois de cansadas de tanto chorar, as crianças brincavam com seus corpos. Essa criação é um estudo de butô inspirado e em nome dessas mães e dessas crianças que transcenderam.

Juliana D`Urso Hebling é atriz e arte-educadora desde 1991. Pesquisadora do espaço entre a dança e o teatro. Estuda a linguagem do butô e recentemente a dança flamenca, cursa a graduação em Pedagogia na Unesp, campus de Rio Claro, onde participa do grupo de pesquisa I-MAGO: Laboratório da Imagem, Experiência e Cri[@]ção.

 

9:30 às 11:30

CONFERÊNCIA: Imagem e dispositivo no campo expandido do cinema
Prof. Dr. André Parente (UFRJ)
Mediadora: Profa. Dra. Susana Dias (Labjor-Unicamp)

Trata-se de pensar em que medida a questão do dispositivo e dos regimes de subjetivação são estratégicos para pensar a imagem do cinema nas suas formas expandidas.

André Parente (www.andreparente.net) é pesquisador do audiovisual e das novas tecnologias da imagem. Obteve seu doutorado em cinema e filosofia pela Universidade de Paris VIII, onde estudou sob a orientação do filósofo Gilles Deleuze (1982-87). Em 1991 fundou o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-imagem) da UFRJ. Entre 1977 e 2009 realiza inúmeros vídeos, filmes, instalações e dispositivos, mostrados no Brasil e no exterior (Espanha, França, Alemanha, Suécia, México, Argentina, Colômbia, Canadá, Reino Unido, entre outros) entre eles o Visorama (www.eco.ufrj.br/visorama). Entre os seus principais livros, destacamos: Imagem-máquina (1993); Sobre o cinema do simulacro (1998); O virtual e o hipertextual (1999); Narrativa e modernidade: os cinemas não-narrativos do pós-guerra (2000); Tramas da rede (2004); Cinéma et narrativité (2005), Preparações e tarefas (2008), Cinema em trânsito (2011). E-mail: andresouzaparente@gmail.com

 

14:00 às 15:30

EXIBIÇÃO: Nostalgia de la luz (90’) de Patricio Guzman

 

16:30 às 17:30

CONFERÊNCIA: Poéticas de la luz
Prof. Dr. Adrián Cangi (UBA-Buenos Aires)
Mediador: Prof. Dr. Antonio Carlos Amorim (FE-Unicamp)

Se pregunta el director chileno Patricio Guzmán en el film-ensayo Nostalgias de la luz (2010) qué relación hay en común entre las estrellas, la tierra y los huesos. Indaga en la ciencia astronómica, arqueológica y en la medicina forense para encontrarse con un nombre que estas ciencias comparten: “calcio”. Investigar los restos de los huesos de los desaparecidos de la dictadura militar chilena en el desierto de Atacama requiere de preguntas más amplias que de aquellas estrictamente científicas. Tan amplias que nos permita decir que en ese ignoto lugar del planeta reconocido como el más árido de todos, se dispuso una macabra máquina de desaparición de personas montadas sobre los restos de las salineras de fines del siglo XIX.  Entre las preguntas que los astrónomos se hacen por la materia-luz de las estrellas y los geólogos por la estratificación de la tierra, yacen restos de huesos que ocultan los gritos olvidados de los desaparecidos en el desierto de Atacama. Abordaré bajo una lógica poética la relación entre la función científica y el concepto filosófico desde el punto de vista de la invención de un percepto artístico para entrelazar una dimensión política con una afección artística.

Adrián Cangi  é ensaísta, doutor em sociologia e em filosofia e letras e realizou os estudos de pós-doutorado no Brasil, como bolsista Fapesp. Foi assessor audiovisual do Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (Malba) entre 2001 e 2007. Atualmente é professor pesquisador da Universidad de Buenos Aires, da Fundación Universidad del Cine e da Universidad Nacional de La Plata. É autor dos livros Gilles Deleuze. Una filosofía de lo ilimitado en la naturaleza singular (Quadrata-Biblioteca Nacional – 2010) e Entre el testimonio y la invención (Santiago Arcos – no prelo). E-mail: adriancangi@hotmail.com

 

QUARTA-FEIRA

19/10 – Sala CL09 (IEL)

9:00 às 12:00

OFICINA: Pornografia e obscenidade: adoecimento do corpo político (20 VAGAS)
Prof. Dr. Guilherme Corrêa (UFSM)
Mediadora: Sheyla Smanioto Macedo (IEL/Labjor-Unicamp)

As ações em educação enfrentam-se, constantemente, com a questão da decisão sobre quando ou não exibir determinadas imagens, abordar determinados temas, discutir determinados assuntos. O pornográfico e o obsceno são o pólo extremo dessas decisões e a insígnia de tudo aquilo que não pode ser mostrado ou discutido, ou seja, o território daquilo que a moral vigente não suporta. A partir do texto “pornografia e obscenidade” de D. H. Lawrence, propomos enfrentar as questões e as práticas que orbitam em torno dessas palavras e pensar estratégias para o trabalho educacional com crianças e jovens. 

Guilherme Corrêa é doutor em ciências sociais e política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e é professor do Departamento de Metodologia do Ensino da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). E-mail: gcarloscorrea@gmail.com

 

12:00 às 12:30

PERFORMANCE: A voz do Gunga
Marcio Folha

A performance traz o poder do instrumento vivo, o Mestre Berimbau, de evocar, encantar e emocionar os seres da terra. O Mestre Berimbau vem acompanhado de um discípulo tocador, cantador e poeta para traduzir, sem explicar, algumas historias  transmitidas pela VOZ DO GUNGA (Berimbau).

Marcio Folha é Ogan do Ile Axe' de Yansa (Araras), Capoeira discípulo do Contra-Mestre Pinguim e Mestre Gato Preto desde 1997, dançarino e coreografo do espetáculo MEU AVO DAN HO MEY, escritor e desenhista, autor da obra: Histórias de tio Alipio e Kaue - o beaba do berimbau, produtor de vídeos documentários e curtas-metragens, invadiu o curso de pedagogia da Unesp turmas de 2011, por uma brecha vestibularística e trabalha com arte educação desde 1998.

 

14:00 às 15:30 (SALÃO NOBRE – FE/UNICAMP)

MESA REDONDA: Experimentações. Escritas. Pesquisas
Mediadora: Aline G. Tavares Câmara (Labjor/IEL-Unicamp)


Entre livro e filme: notas para não publicar

Davina Marques (USP)

Pesquisar em arte. Com-viver. Passear com Miguilim, de João Guimarães Rosa, e com Thiago, de Sandra Kogut. Com-parar. Explorar o movimento de rizo-caminhos do entre e a ambiguidade do “e”. Fabular, então? Criar (in)visíveis pontes que nos aproximam de nós mesmos e uns dos outros. Experimentar enlaçar o que nunca foi dito e atentar para os ecos de Renato, Caetano e Milton, e Chico: “Mas quais são as palavras que nunca são ditas?”, “diga, qual a palavra que nunca foi dita, diga.” “Ilusão. Ilusão. Veja as coisas como elas são.”

Davina Marques é mestre em educação pela Unicamp (2008) e doutoranda em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na USP (FFLCH), onde estuda relações entre literatura e cinema, via filosofia contemporânea.


 

Teorizar, isto é, narrar. A crítica como lugar possível da prática literária
Julián Fuks

Debeladas as certezas do discurso científico, desvelados os limites da linguagem, quem agora distingue o que é teoria e o que é prática literária? Que tênue linha separa o texto objetivo, com pretensões de verdade, da escrita incerta e livre dos narradores da contemporaneidade? Em tempos de diluição de gêneros e de literatura em crise, os movimentos são múltiplos, opostos, ambíguos: sai de casa o acadêmico para explorar no mundo a subjetividade própria de sua linguagem, abriga-se o escritor sob o teto esburacado da crítica.

Julián Fuks é escritor e crítico literário. É autor de, entre outros, Histórias de literatura e cegueira – Borges, João Cabral e Joyce (Record, 2007), ficção produzida e defendida na Universidade de São Paulo como trabalho de conclusão de curso em Jornalismo, e de Procura do romance (Record, 2011), resposta ficcional às questões que trabalhou em seu mestrado em literatura, também pela USP. Com o primeiro, o autor foi finalista dos prêmios Jabuti e Portugal Telecom. E-mail: julianfuks@yahoo.com


Devorar des: fome e escrita insaciável
Erika Rodrigues (Unesp-Rio Claro)

Escrita língua gozo devorando rachaduras de palavras. Escrita dança fina película na delicada textura do invisível. Escrita mãos despindo vestígios de inatingível. Silêncios em despedida no traço trêmulo sob o papel. Nos patamares das letras, o devastador incêndio que, ao ranger das horas, engravida imagens profanadas e delirantes. Pessoa-lâmina movendo riscos de escrita raios propagados no escuro, pulso tecido nos destroços do ainda. Corpo caco de vidro habitando o murmúrio das palavras entre a fome e a ruína do des.

Erika Rodrigues é mestranda em educação pela UNESP-Rio Claro e estuda os estremecimentos vividos entre (co)mposições, espaços, fluxos e movimentos de escrita faminta. E-mail: erika.cps@gmail.com

 

16:00 às 17:30

CONFERÊNCIA: Da representação imanente às metamediações contemporâneas do real e do virtual
Prof. Dr. Mauricius Farina (IA-Unicamp)
Mediadora: Profa. Dra. Ana Godoy (FE-Unicamp)

Tratará da imanência e do contemplativo na construção de imagens expressivas, abordando a experiência da paisagem e da miragem do fenômeno que se dá a ver, considerando uma relação fundamentalmente poética. Uma experiência do pensamento que se manifesta em imagens, da contemplação do fenômeno pela pintura, pela fotografia e hoje pela imagem digital. Certas ocorrências das imagens em suspensão se manifestam na subjetividade, que se põe para o mundo por meio do artista. Elas podem ser encontradas nessa coleção constituída como a manifestação do imaginário em sua complexidade representativa. Um processo que é mediado tanto pelo sensível quanto por uma necessidade de ser inteligível, o que está integrado ao coletivo como mais uma distopia contemporânea.

Mauricius Farina é doutor em ciências da comunicação pela ECA/USP, 2003. Mestre em Multimeios pela Unicamp, 1997. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes, Unicamp. Editor associado da revista eletrônica Studium da Unicamp, é autor de inúmeros artigos entre os quais, se destaca "Descolamentos e Circularidade; o original é a cópia", publicado pela revista Significação nº 31 (ANNABLUME/USP). Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas sendo as mais recentes (2011): a 16° Bienal de Cerveira, Fundação Bienal de Cerveira, Cerveira, Porto e Vigo; III SIACPF, Salón Internacional del Arte Contemporáneo del Pequeño Formato AIBACC,  Barcelona; 20ª Arte BA, Galeria Lemos de Sá, La Rural, Buenos Aires; 2ª a 5ª edição Free Art Fest I, CDC Patriarca, Galeria Mônica Filgueiras, São Paulo; Free Art Fest I, Galeria Mônica Filgueiras, São Paulo. E-mail: mauriciusfarina@gmail.com



 
 
 
 
 
 
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