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No Ar: Antropologia - Histórias em Podcast
“As Humanidades sempre foram negligenciadas na divulgação científica. A internet mudou um pouco esse cenário. Sem depender de intermediários – a não ser a tecnologia – cientistes das áreas humanas encontraram espaço para fazer emergir mais pesquisas nas áreas de História, Sociologia, Linguística, Literatura e… Antropologia. E nesse espaço cibernético, a mídia que mais cresce é o podcast. No ar: Antropologia. Histórias em Podcast conta as aventuras de antropólogas e antropólogos que vêm se tornando públicas. Histórias que envolvem pessoas, ciências, tecnologias, lugares e muito do que se estuda nessa área. Tudo isso em podcast, pra quem quiser ouvir, na hora que quiser, do jeito que quiser. Em capítulos, as autoras e os autores escrevem sobre os podcasts, convidando leitores e leitoras a conhecer essa ciência e também a acompanharem os episódios para saber mais e mais sobre o mundo, as pessoas e as coisas que o habitam, pela ótica da Antropologia”

Para além das máquinas de adorável graça
Com um recorte histórico que parte dos anos 1950, o jornalista, cientista social e doutor em Antropologia Rafael Evangelista traz uma abordagem original das ações e do pensamento hacker, esses apaixonados por tecnologia que adquirem prestígio entre seus pares a partir do enfrentamento de problemas complexos e suas ações criativas no desenvolvimento de software. O autor mostra como o hacking se consolidou no movimento do software livre e como essa mobilização tecnológica, enraizada nas práticas colaborativas e na produção do comum, obteve no Brasil um terreno fértil para a sua expansão. Segundo Evangelista, a ação e a ética hackers foram determinantes na construção dos sistemas que organizam as redes de comunicação digital e nos usos que fazemos delas hoje. Longe de uma apologia às potencialidades das grandes calculadoras que recebiam, então, o nome de computadores, Rafael Evangelista dedica parte do livro aos riscos à democracia abertos com as possibilidades de controle e vigilância dos cidadãos. Com título que remete ao poema de Richard Brautigan (Todos assistidos por máquinas de adorável graça), o livro é o segundo volume da coleção Democracia Digital, organizada pelo professor e sociólogo Sergio Amadeu da Silveira, com edição exclusivamente para o formato digital.

Percepção Pública da Ciência

O objetivo do projeto Percepção Pública da Ciência é avaliar as atitudes do público diante da produção de ciência e como a sociedade percebe a ciência e a tecnologia. A pesquisa, foi realizada em 2002/2003, por iniciativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e da Rede Ibero-Americana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (Ricyt/Cyted), em cidades de quatro países ibero-americanos, para que fosse feita uma análise para entender a imagem que as pessoas têm da Ciência e Tecnologia.

O trabalho foi publicado em novembro de 2003 pela Editora da Unicamp, com apoio da Fapesp. O livro, em português e espanhol, foi organizado por Carlos Vogt, coordenador do Labjor, e por Carmelo Polino, responsável pela área de programas horizontais e projetos do Centro de Estudos sobre Ciência, Desenvolvimento e Educação Superior da Argentina.


Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil

A Fundação Roberto Marinho encomendou à equipe do Labjor a produção e edição dos 18 capítulos do livro Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil, publicado com o apoio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O texto tem como enfoque principal o papel que o Prêmio teve na vida de cada um, seja no instantâneo da cerimônia de premiação, na expectativa do seu recebimento ou, ainda, no desdobramento que o reconhecimento de sua pesquisa teve para destino profissional e pessoal. O Prêmio, instituído em 1981, foi uma iniciativa do Grupo Gerdau, do CNPq, da Fundação Roberto Marinho e da Eletrobrás/Procel.


Produção e Circulação do Conhecimento: Estado, Mídia, Sociedade

Apresenta resultados de pesquisas desenvolvidas no projeto Núcleo de Jornalismo Científico - Pronex que se ocupa dos estudos das políticas científicas no Brasil, e da circulação social do conhecimento, com especial atenção para o Jornalismo Científico. Traz uma reflexão sobre as relações entre o Estado, a produção de conhecimento e a mídia.


Produção e circulação do conhecimento: política, ciência, divulgação

O domínio do saber, que se constrói segundo requisitos constituídos historicamente, está afetado, de um lado, pela ação do Estado (as políticas científicas), e, de outro, pela mídia, na medida em que esta se coloca como mediadora entre o cientista, o estado e a sociedade. É deste embate que esta obra trata, propondo interpretações específicas para todos os que se ocupam de questões de política científica, história da ciência, divulgação de ciência e tecnologia, jornalismo científico e educação.


Segurança alimentar, população e práticas corporais em aldeias Guarani (Litoral de São Paulo)

Traz a pesquisa realizada em quatro aldeias do povo Guarani com objetivo de conhecer a história e entender a situação alimentar e a qualidade de vida dos moradores. O resultado foi um primeiro passo para conhecer as concepções e a experiência dos Guarani em relação à situação de segurança alimentar e orientar a elaboração de escala para avaliações.

Organizadoras: Ana Maria Segall Corrêa, Maria Beatriz Rocha Ferreira, Marta Maria do Amaral Azevedo e Vera Regina Toledo Camargo.


Seminários de Comunicação Banco do Brasil em parceria com Labjor

Tecla Sapiens: Neurociências para todos

Este livro é um projeto coletivo desenvolvido como proposta de trabalho de conclusão do curso de pós-graduação Latu Sensu em Divulgação Científica e Saúde: Neurociências. Nele, o leitor encontrará artigos, ensaios e uma cartilha elaborada pelos alunos, também responsáveis pelo planejamento e por todas as fases de concepção do livro. O livro está dividido em três partes: ComCiência: Cérebro e Mente; Ensaios em Divulgação Científica: conexões das Neurociências e Neuroconexões: do Alzheimer ao TDAH.

Organizadores: Li Li Min, Carlos Vogt, Vera Regina Toledo Camargo, Graça Caldas, Ana Paula Morales, Rodrigo Cunha, Germana Barata e Giselle Soares.


Tecnologias e Mídias Interativas na Escola (TIME)

O livro reúne informações e reflexões de pesquisadores e educadores participantes do projeto TIME, desenvolvido em duas escolas da rede pública municipal de Hortolândia (SP). Experiências de uso de softwares para produção de histórias em quadrinhos ou para produção de filmes; criação de uma rádio web na escola; uso de mídias digitais como coadjuvantes na alfabetização e outras práticas são registradas numa perspectiva de formação cidadã para o uso de mídias interativas aliadas ao currículo.

Organizadores: João Vilhete Viegas d'Abreu, Maria de Fátima Garcia, Vera Regina Toledo Camargo, Odair Marques da Silva e Maria Cecília Martins.

Download em: http://perseus.nied.unicamp.br/livro/time.pdf


O Labjor é um centro de referência para a formação e para os estudos em divulgação científica e cultural. Oferece, de forma multidisciplinar, cursos de pós-graduação, e proporciona pesquisas e produtos culturais que contribuem para a análise da dinâmica das relações entre ciência e sociedade.
Universidade Estadual de Campinas - Unicamp
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